O artigo é um pouco extenso, mas pela sua qualidade e profundidade, acredito que vai ser útil para aqueles que creem no Senhor Jesus.
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(Gn 2:7-8)Formou o SENHOR Deus o homem do pó da terra, e soprou em suas narinas o fôlego da vida; e o homem foi feito alma vivente. E plantou o SENHOR Deus um jardim no Éden, do lado oriental; e pôs ali o homem que tinha formado”.
(Gn. 2:21-24) "Então o SENHOR Deus fez cair um sono pesado sobre Adão, e este adormeceu; e tomou uma das suas costelas, e cerrou a carne em seu lugar E da costela que o SENHOR Deus tomou do homem, formou uma mulher, e trouxe-a a Adão. E disse Adão: Esta é agora osso dos meus ossos, e carne da minha carne; esta será chamada mulher, porquanto do homem foi tomada. Portanto deixará o homem o seu pai e a sua mãe, e apegar-se-á à sua mulher, e serão ambos uma carne”.
INTRODUÇÃO
Embora encontremos teólogos por aí dizendo que Adão e Eva nunca existiram e que o jardim do Éden é simplesmente uma lenda. O fato é que, de todas as coisas que Deus criou, a obra prima de sua criação foi o homem, feito do pó da terra e a mulher, posteriormente de uma de suas costelas.
Na verdade, até mesmo a Trindade estava presente na criação de todas as coisas, inclusive a do homem. O Pai, o Filho e o Espírito Santo deram a sua contribuição para que a sua obra fosse de fato, a imagem e semelhança de Deus. Ao projetar o primeiro homem do pó da terra e soprando-lhe o em suas narinas o fôlego de vida trazendo-o a existência, Deus em nenhum momento quis transformá-lo em um robô. Este homem chega ao mundo totalmente livre, para receber informações, adequá-las ao seu projeto de vida e conseqüentemente efetivar-se ao nível de deveres e direitos que passaria a ter, visto que a lei de Deus já estava gravada em seu coração.
Deus então prepara um lugar paradisíaco, um Jardim no Éden, para que Adão cuidasse dele. Este lugar não era um lugar imaginário e nem alegórico. Tratava-se de um tipo de reserva, um lugar separado, uma área semelhante a um parque florestal localizado a leste do atual estado de Israel em algum lugar da Mesopotâmia ou Arábia. Nesta verdejante reserva natural se encontravam as duas árvores que são fundamentais para tudo que se segue em toda a história da humanidade. Estas árvores eram meios físicos, utilizados por Deus para implementar realidades espirituais.
A árvore da vida - era uma árvore associada à concessão da Vida Divina incluindo a imortalidade, ou Vida Eterna. Já, a árvore da ciência do bem e do mal - representava a autonomia humana, governo próprio, o ir e vir ilimitado e irrestrito.5
No Vers. 18 do cap. dois de Gênesis observamos que Deus enxerga o objeto de sua criação, notadamente solitário e sente-se na obrigação de dar a este, um presente, ou seja: uma companheira idônea, que lhe fosse amiga, alguém com que ele pudesse conversar, repartir todos os desafios que a vida oferece neste mundo. Alguém a quem ele teria a responsabilidade de cuidar, de amar e respeitar todos os dias. Enfim, alguém com quem pudesse compartilhar os seus sonhos, e que fosse fiel numa parceria de intimidade, de romance, de vida a dois, de uma só carne. De fato, tendo uma vida de comum acordo com esta mulher que Deus o estava presenteando, a família propriamente dita tomaria forma.
Você conhece a história Bíblica. De um sono profundo, cirurgicamente da costela de Adão, Deus forma uma linda mulher, que passaria ser sua esposa, osso de seus ossos, carne de sua carne. Agora, não mais um, porém dois passariam a ter comunhão com o Criador, que todos os dias os visitava no jardim, verificando se tudo estava correndo bem com o casal, o melhor de sua criação. Para onde quer que olhassem, a beleza do jardim os deixavam plenamente satisfeitos e integrados à sua nova realidade, ou seja, viveriam para Deus o Criador e se doariam um para o outro, sem constrangimento, sem culpa, com inteira e total liberdade.
Dia após dia nada desabonava a conduta do casal. Apenas tinham que lembrar de uma ordem que Deus dera tão logo que chegaram à existência, ou seja: A condição para permanecerem neste lindo lugar estava literalmente ligado à obediência total a Deus, pois a mesma consistia no seguinte: “De toda árvore do jardim podiam comer livremente, mas da árvore da ciência do bem e do mal, dela não poderiam comer, porque no dia que dela comessem, certamente morreriam”.
O final desta história, provavelmente já é do seu conhecimento. A serpente traiçoeira e sagaz seduz a Eva oferecendo-lhe a chance de conhecer o lado diferente da vida, ou seja, o lado do pecado. Comendo do fruto os seus olhos se abririam para o inesperado, para o desconhecido que lhes fora negado por Deus no intuito de preservá-los. Porém a apresentação deste outro lado, na verdade significaria desobedecer à ordem simples que Deus dera ao casal. Em um gesto consciente e decisivo, Eva pega do fruto e seus olhos e sentidos se afloram.
Estava evidenciando o até então desconhecido e nesta aventura não queria ficar sozinha, uma vez que tinha um parceiro. Então oferece, sem demora o produto de seu devaneio a seu marido que aceita sem protelações ou questionamentos recebendo então em seus corpos, em suas mentes, em e espíritos a maldição do pecado. Do fruto comido e ao acender da consciência em culpa, obriga-os a se esconderem de Deus. Agora de vez de se refugiarem nos braços do Eterno como de costume, sempre que vinha ao jardim visitá-los, eles fogem de sua presença. A Santidade de Deus, o Criador os constrangem.
Não podem e não querem encará-lo, por causa da culpa, do medo. Preferem cobrir-se com folhas de figueira e esperam ansiosamente pelo veredicto da parte do Senhor. Veredicto um tanto idêntico quando ao que Jesus Cristo, séculos depois reage quando não vê frutos na figueira, Ele simplesmente a amaldiçoa para que nunca mais lhes nasça fruto.
Agora teriam que abandonar imediatamente o paraíso. Aquele lugar lindo e maravilhoso não podia ser mais o seu lar. Eles são agora expulsos literalmente. Querubins são Anjos colocados na entrada para que uma vez expulsos fossem energicamente impedidos de retornar. Uma espada flamejante se movia em todas direções na entrada do jardim, reforçando assim a autoridade daqueles Querubins do Senhor. Seus dias seriam limitados. Não mais viveriam eternamente. A árvore da Vida seria sua esperança dia após dia cumprindo cerimoniais de expiação, para poder pela lei e confiados tão somente na Graça e misericórdia de Deus serem alcançados pela fé. O marido teria que ir à luta para suprir as necessidades de sua casa e a mulher com dores geraria os seus filhos. E a serpente amaldiçoada a espera do Redentor que Vive e Reina para lhe pisar na cabeça.
Graças ao bom Deus, pois o seu amor é tremendo e através dos tempos e especialmente através da nação de Israel providencia o nosso livramento. Gerações se sucedem até a chegada de Jesus Cristo, o Unigênito de Deus ao mundo em forma humana, nascido de mulher, habita entre os homens, tem uma vida normal em obediência e nesta obediência se entrega, se oferece à morte de cruz, para tomar o lugar de Adão. A Bíblia em Romanos 5:18-21 nos diz: Pois assim como por uma só ofensa veio o juízo sobre todos os homens para condenação, assim também por um só ato de justiça veio à graça sobre todos os homens para justificação de vida. Porque, como pela desobediência de um só homem (Adão), muitos foram feitos pecadores, assim pela obediência de um (Jesus Cristo) muitos serão feitos justos. Veio, porém, a lei para que a ofensa abundasse; mas, onde o pecado abundou, superabundou a graça; Para que assim como o pecado reinou na morte, também a graça reinasse pela justiça para a vida eterna, por Jesus Cristo nosso Senhor”.
Preste atenção amados. Em Jesus Cristo cada componente da família de Deus tem, pela fé, acesso a Árvore da Vida. Cada família pode e deve em Jesus Cristo ter acesso ao Jardim do Éden. A Árvore da vida está plantada neste jardim. A maldição do pecado, uma vez em Jesus Cristo não pode arrancá-la, não pode destruí-la. Mesmo que Satanás repita a velha cena todos os dias, oferecendo e seduzindo o povo de Deus, você pode e deve buscar a ajuda do Espírito Santo para não se deixar contaminar. Não vale a pena se deixar seduzir pelo enganador que está à espreita tentando tragar um maior número de pessoas. É hora amados de reconhecer Jesus Cristo, como o único e suficiente Libertador, Salvador e Senhor de nossas vidas. Só através Dele temos acesso a árvore da vida.
Bom, o que será que o Senhor quer ensinar-nos nesta oportunidade, através de fatos ocorridos há tanto tempo atrás?
Veja amados, alguns princípios, que se praticados à luz da Palavra de Deus, com certeza nos ajudará a entender o plano, o projeto que Deus tem para as nossas famílias.
Primeiro Princípio - É o da criação que se renova a cada dia... A cada dia no mundo novas famílias nascem. Em toda parte do planeta chamada terra homens e mulheres se encontram, para juntos formarem suas famílias.
O ponto de vista de Deus ainda permanece, no sentido de que: “O homem não foi feito para viver só. Ele precisa de alguém que o complete”.É desejo de Deus ainda, que o habitat deste casal, seja de fato um lugar separado, uma reserva especial e natural. Cada família tem necessidade de viver em seu jardim do Éden.
Amados, quando um homem encontra o seu cônjuge e pelos laços do matrimônio oficializa esta união, é seguramente da vontade de Deus, que o amor que um nutre pelo outro perdure até que a morte os separe. Infelizmente esta não é uma realidade que vivenciamos principalmente em nossos dias. Os noivos já entram na Igreja na predisposição que se não der certo a opção é o divórcio.
A Cada compromisso que novos casais celebram no altar:
*Deus na verdade espera que estes se mantenham íntegros e que de maneira nenhuma chegue perto da árvore da ciência do bem e do mal.
*Deus espera que este relacionamento seja pleno, seja santo, seja sólido seja duradouro.
*Deus espera que estes casais não repitam a cena de Adão e Eva se deixando seduzir pelas artimanhas do diabo.5
*Deus espera que estes casais não passem o vexame de viverem uma vida inteira se escondendo, se esquivando de receber a sua preciosa visita em seu Jardim do Éden porque pecaram em alguma área contra Deus.
*Deus espera que as suas consciências estejam dia após dia preservadas, evitando assim de serem expulsos do jardim e obviamente impedidos de comer da árvore da vida.
O que quero dizer nesta oportunidade é que o seu lar aos olhos de Deus deve ser um lindo e maravilhoso jardim, onde deve reinar a paz, a alegria, a união, o amor, o perdão. Este jardim deve ser cultivado de tal forma que a cada dia haja uma renovação de expectativas, de sonhos e de conquistas.
Deve ser um lugar onde Deus tenha prazer de chegar, de ter comunhão com seus componentes.
Segundo Princípio - Deve-se ter a liberdade com compromisso de fidelidade a Deus A mesma liberdade dada por Deus ao primeiro casal, é concedida de igual forma a todas as famílias espalhadas na face da terra. Não faz parte do caráter de Deus, o ser arbitrário ou ditador, muito menos controlador de sua criação. A todos de igual forma são dados deveres e direitos. Deus nunca impôs e nunca imporá condições, forçando, colocando pressão ou em sua criação para ama-lo. O amor a Deus deve ser incondicional, espontânea, livre Deus não é tirano. Deus espera que cada pessoa da família viva em completa liberdade, porém Ele quer que você tome ciência de que a sua estabilidade esta atrelada a Deus. A sobrevivência da família passa por admitir tão somente a livre e espontânea vontade, a presença de Deus. Fora de Deus não pode haver felicidade e paz no seio familiar. Fora de Deus a árvore da ciência do bem e do mal sempre será uma opção que trará desmantelamento dos relacionamentos. Na experiência de Adão e Eva vemos isto claramente acontecer.
Antes da desobediência:
*Tudo era harmonia
*Tudo girava em torno da presença amorosa de Deus
*Havia paz, havia a facilidade no relacionamento do casal.
*Eles viviam cada dia para Glória de Deus e um para o outro cumprindo assim o mistério de uma só carne.
Depois da queda experimentaram sentimentos jamais vividos anteriormente, tais como: Sentimentos de medo, de angustia, de insegurança, de vergonha, de dor, de culpa, de remorso, de falta de paz e de ódio.
A Bíblia diz em:
I Pedro 2:15,16 - "Porque assim é à vontade de Deus, que, fazendo bem, tapeis a boca à ignorância dos homens insensatos; Como livres, e não tendo a liberdade por cobertura da malícia, mas como servos de Deus."
II Co. 3: 17-18 - "Ora, o Senhor é Espírito; e onde está o Espírito do Senhor, aí há liberdade. Mas todos nós, com rosto descoberto, refletindo como um espelho à glória do Senhor, somos transformados de glória em glória na mesma imagem, como pelo Espírito do Senhor”.
Terceiro Princípio - Restauração do Paraíso Familiar Amados, preste atenção no que quero dizer-lhes: “A família de Hoje precisa fazer constantemente a manutenção de seu Jardim, procurando ter uma consciência pura, afastando-se diariamente da sedução do pecado, para não ser achado em falta por Deus”.
A Experiência vivida pelo primeiro casal depois de serem confrontados por Deus por causa da desobediência, necessariamente não precisa ser vivenciado por você e seu cônjuge. Procure manter constantemente o seu jardim, o seu lar, a sua família adubada. Qualquer planta que não se observar à qualidade em seu tratamento diário e constante, com certeza não durará muito tempo.
*Nunca faça a sua opção pelo engano, pela mentira, pelo pecado.
*Mantenha em dia a sua comunhão com o Senhor e com os seus.
*Ouça a voz de Deus. Ele diz: “Não toque na árvore da ciência do bem e do mal, para que não venhas a morrer”.
*Tenha prazer em curtir a sua família, seu marido, sua esposa, seus filhos. Tire tempo de qualidade com cada um deles.
*Não busque fora de seu lar, modelos de pecados. Deixe a fornicação e o adultério de lado.
*Pare com as brigas. Não vale a pena viver brigando com pessoas de sua família. A Bíblia diz, que se depender de nós devemos ter paz com todos os homens.
*Não faça nada que venha a se arrepender depois.
*Procure ajuda de Deus para restaurar os seus conceitos e valores.
*Olhe para a sua família com o olhar de Deus.
*Ame a sua família com o amor de Deus.
*Perdoe a sua família com o perdão de Deus.
*Viva para os seus, dando-lhes honra e prioridade.
Ouça bem: “Você não precisa passar pela humilhação de ser expulso da presença do Senhor. Os anjos que devem estar ao seu redor, ao redor de sua casa são para protegê-los e livrá-los de perigos e não para serem agentes de punição”.
Gl. 5:13-14 - "Porque vós, irmãos, fostes chamados à liberdade. Não useis então da liberdade para dar ocasião à carne, mas servi-vos uns aos outros pelo amor. Porque toda a lei se cumpre numa só palavra, nesta: Amarás ao teu próximo como a ti mesmo."
Amados, esta é uma noite especial que Deus o trouxe aqui para que você pudesse ser confrontado pela Palavra de Deus. Você pode ter as seguintes reações:
1.Você pode ter acabado de ouvir estas considerações e ainda preferir continuar no engano, na mentira e com isso acumular sobre si mais maldições.
2.Você pode também preferir ficar com as suas justificativas, de que o jeito que você vive, mesmo que degradando a Deus e ferindo sensivelmente a sua consciência e a sua família, é a opção melhor que você tem encontrado para viver e por isso você não abre a mão.
3.Você pode reconhecer suas falhas e pecados agora mesmo e tomar a atitude de querer mudanças para melhor em sua vida pessoal e familiar.
Não crie justificativas. Se entregue sem reservas ao Senhor. O mesmo Deus que amava e se interessava em estar com o primeiro casal naquela bela reserva chamado Éden, é o mesmo hoje que te convida a ter um relacionamento mais estável e duradouro com Ele.
Deus os abençoe em Cristo Jesus...
Nélson R. Gouvêa
Fonte: Site ejesus
www.ejesus.com.br
Fotografia de Casamento - Belo Horizonte - (31) 3394-4868 - (31) 9218-2640
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terça-feira, 6 de julho de 2010
sexta-feira, 25 de junho de 2010
12 dicas para as noivas...
Um casamento por mais stressante que possa ser, especialmente na sua preparação, não deve jamais ser uma fonte de mau estar ou de exaustão. No dia do seu casamento, no dia em que vais ficar mais exposta e mais radiante possível, você não deve parecer cansada ou esgotada… afinal planejou tudo para que este dia fosse perfeito: o dia mais feliz da sua vida!
A JULIANO MARQUES FOTOGRAFIA preparou algumas dicas para você fazer desse dia o mais perfeito, o mais lindo, o mais radiante da sua vida. Lá vão elas:
1. Planejie tudo com antecedência. Faça as marcações antecipadamente, e um plano com horário quer para o dia, quer para os dias que antecedem o casamento.
2. Marque uma massagem para a manhã do dia do seu casamento para começar esse dia bem relaxada.
3. Marque uma pedicura e manicura, de preferência tudo no mesmo lugar para não andar a correr de um lado para o outro. Lembre-se que podem surgir contratempos tal como o trânsito, podendo atrasar-se.
4. Marque também o cabeleireiro bem como a maquilhagem no mesmo local, pelas mesmas razões antes referidas. Se puder fazer tudo no mesmo local, excelente!
5. Antes do dia do casamento, cerca de duas semanas antes, faça um teste de maquilhagem para verificar possíveis alergias a produtos e tire uma fotografia para que no dia do casamento a maquilhadora volte a refaze-la fielmente. Observe a maquilhagem à luz que vai estar exposta no dia do casamento, e tire a (s) fotografia (s) nessas condições.
6. No cabeleireiro, antes do dia do casamento faça o mesmo com o penteado, tire fotografias, ponha o véu ou outros acessórios que pretenda usar, tire uma foto, ou várias e veja como fica na fotografia, é assim que vai aparecer nas suas fotos de casamento. Não se esqueça de verificar se é o que deseja, isto aplica-se quer ao vestido, quer ás cores da recepção, quer à maquilhagem.
7. Faça tratamentos faciais, depilação, no mínimo duas semanas antes do dia do casamento. Imagine que fica com uma irritação… este tempo é o mínimo necessário para você ficar melhor e encontrar uma solução alternativa.
8. Faça um corte de cabelo pelo menos duas semanas antes do casamento. Vai dar tempo ao cabelo para ficar mais natural, ou mesmo se fizer uma coloração caso não goste ainda estará a tempo de mudar.
9. Se vai usar o cabelo preso no casamento, lave-o na noite anterior e não no próprio dia, pois assim o cabelo é mais fácil de prender e de trabalhar. Caso use véu ou chapéu no cabelo e pretenda removê-los depois da cerimônia, peça ao cabeleireiro para estar presente nesse momento para a ajudar a remover com cuidado, e dar uns retoques caso seja necessário.
10. Se o casamento vai ser num local com muito sol, não se esqueça de aplicar protector solar por baixo da maquilhagem e nos locais do seu corpo que vão estar expostos ao sol.
11. Caso a cerimônia dure até à noite, peça à maquilhadora para no fim da tarde retocar a maquilhagem, pois à noite a maquilhagem deve sempre ser um pouco mais forte e carregada, para as fotografias, e para o próprio ambiente.
12. Não vá "tomar sol" antes do dia do casamento, ou mesmo bronzeamento artificial, pois a pele vai ficar toda manchada ou com um escaldão que não é nada agradável em altura alguma, muito menos no dia do seu casamento!
Siga estas dicas e o seu casamento será perfeito!
A JULIANO MARQUES FOTOGRAFIA preparou algumas dicas para você fazer desse dia o mais perfeito, o mais lindo, o mais radiante da sua vida. Lá vão elas:
1. Planejie tudo com antecedência. Faça as marcações antecipadamente, e um plano com horário quer para o dia, quer para os dias que antecedem o casamento.
2. Marque uma massagem para a manhã do dia do seu casamento para começar esse dia bem relaxada.
3. Marque uma pedicura e manicura, de preferência tudo no mesmo lugar para não andar a correr de um lado para o outro. Lembre-se que podem surgir contratempos tal como o trânsito, podendo atrasar-se.
4. Marque também o cabeleireiro bem como a maquilhagem no mesmo local, pelas mesmas razões antes referidas. Se puder fazer tudo no mesmo local, excelente!
5. Antes do dia do casamento, cerca de duas semanas antes, faça um teste de maquilhagem para verificar possíveis alergias a produtos e tire uma fotografia para que no dia do casamento a maquilhadora volte a refaze-la fielmente. Observe a maquilhagem à luz que vai estar exposta no dia do casamento, e tire a (s) fotografia (s) nessas condições.
6. No cabeleireiro, antes do dia do casamento faça o mesmo com o penteado, tire fotografias, ponha o véu ou outros acessórios que pretenda usar, tire uma foto, ou várias e veja como fica na fotografia, é assim que vai aparecer nas suas fotos de casamento. Não se esqueça de verificar se é o que deseja, isto aplica-se quer ao vestido, quer ás cores da recepção, quer à maquilhagem.
7. Faça tratamentos faciais, depilação, no mínimo duas semanas antes do dia do casamento. Imagine que fica com uma irritação… este tempo é o mínimo necessário para você ficar melhor e encontrar uma solução alternativa.
8. Faça um corte de cabelo pelo menos duas semanas antes do casamento. Vai dar tempo ao cabelo para ficar mais natural, ou mesmo se fizer uma coloração caso não goste ainda estará a tempo de mudar.
9. Se vai usar o cabelo preso no casamento, lave-o na noite anterior e não no próprio dia, pois assim o cabelo é mais fácil de prender e de trabalhar. Caso use véu ou chapéu no cabelo e pretenda removê-los depois da cerimônia, peça ao cabeleireiro para estar presente nesse momento para a ajudar a remover com cuidado, e dar uns retoques caso seja necessário.
10. Se o casamento vai ser num local com muito sol, não se esqueça de aplicar protector solar por baixo da maquilhagem e nos locais do seu corpo que vão estar expostos ao sol.
11. Caso a cerimônia dure até à noite, peça à maquilhadora para no fim da tarde retocar a maquilhagem, pois à noite a maquilhagem deve sempre ser um pouco mais forte e carregada, para as fotografias, e para o próprio ambiente.
12. Não vá "tomar sol" antes do dia do casamento, ou mesmo bronzeamento artificial, pois a pele vai ficar toda manchada ou com um escaldão que não é nada agradável em altura alguma, muito menos no dia do seu casamento!
Siga estas dicas e o seu casamento será perfeito!
quinta-feira, 17 de junho de 2010
Novidades: buquês de Sapo!

A novidade, hoje em dia, são os buquês de sapo. Isso mesmo: buquês de sapo. Algumas noivas tem substituido o buquê de flores, na hora de jogar, pelo sapo.O sapo, nas histórinhas de criança, vira principe para casar com a donzela; e jogar o sapinho é uma forma de dizer que deseja que também encontrem seu principe encantado! Veja os fofos sapinhos abaixo:
terça-feira, 15 de junho de 2010
Agradando a Deus com o meu namoro...
Há três meses, Deus me deu a inigualável oportunidade de tornar-me a mãe do Daniel, meu primeiro filho. Não existe nada que ele possa fazer para que eu o ame mais e não existe nada que ele possa fazer para que eu o ame menos. Da mesma forma, fico imaginando o nosso relacionamento com Deus. Por sua maravilhosa graça, Ele nos ama pelo simples fato de sermos seus filhos. Acredito que algumas atitudes em nosso namoro (ou até mesmo na vida pessoal) fazem o coração de Deus “derreter”. Busquei na Bíblia alguns versículos que mostram o que agrada, dá contentamento (satisfação, alegria) ou prazer a Deus. Confira comigo:
1. 1Sm 15.22. Deus tem prazer quando o casal decide obedecer à sua Palavra, isso é mais valioso do que holocaustos para Ele.
2. Pv 15.8. Deus sente contentamento quando vocês optam em orar juntos.
3. Hb 11.6. Sem fé é impossível agradar a Deus, por isso vocês precisam crer juntos nas promessas dele. Isso trará ao casal recompensas. Pensando assim, fica claro que Deus não se agrada de jugo desigual (um crente namorando um não-crente). Como podem compartilhar da mesma fé em Deus? (Sl 149.4).
4. Pv 16.13. Escolha sempre falar a verdade em seu relacionamento.
5. Hb 13.16; Mq 7.18; Rm 15.2. Deus se agrada que façamos o bem um para o outro, e da comunicação clara entre o casal.
6. Ag 1.8. Sabemos que o templo nos dias de hoje é o nosso corpo. Por isso, o casal deve fugir das paixões da carne para agradar a Deus e glorificá-lo (Rm 8.8).
7. Resumindo tudo o que falei: “O Senhor se agrada dos que o temem, dos que colocam sua esperança no seu amor leal.” (Sl 147.11.)
Aqui estão apenas algumas maneiras de agradar a Deus. Cabe ao casal buscar, na Palavra, a cada dia, novas maneiras de “derreter” o coração do Pai.
:: Por Pr. Richarde Guerra e Priscila Guerra- Ig. Batista da Lagoinha
1. 1Sm 15.22. Deus tem prazer quando o casal decide obedecer à sua Palavra, isso é mais valioso do que holocaustos para Ele.
2. Pv 15.8. Deus sente contentamento quando vocês optam em orar juntos.
3. Hb 11.6. Sem fé é impossível agradar a Deus, por isso vocês precisam crer juntos nas promessas dele. Isso trará ao casal recompensas. Pensando assim, fica claro que Deus não se agrada de jugo desigual (um crente namorando um não-crente). Como podem compartilhar da mesma fé em Deus? (Sl 149.4).
4. Pv 16.13. Escolha sempre falar a verdade em seu relacionamento.
5. Hb 13.16; Mq 7.18; Rm 15.2. Deus se agrada que façamos o bem um para o outro, e da comunicação clara entre o casal.
6. Ag 1.8. Sabemos que o templo nos dias de hoje é o nosso corpo. Por isso, o casal deve fugir das paixões da carne para agradar a Deus e glorificá-lo (Rm 8.8).
7. Resumindo tudo o que falei: “O Senhor se agrada dos que o temem, dos que colocam sua esperança no seu amor leal.” (Sl 147.11.)
Aqui estão apenas algumas maneiras de agradar a Deus. Cabe ao casal buscar, na Palavra, a cada dia, novas maneiras de “derreter” o coração do Pai.
:: Por Pr. Richarde Guerra e Priscila Guerra- Ig. Batista da Lagoinha
domingo, 13 de junho de 2010
Vou me casar no civil e gostaria de fazer um jantar ou algo do tipo, que roupa os noivos devem usar e qual seria o lugar mais adequado para a comemoração?
Pode ser feito um jantar para comemorar o casamento civil, onde a noiva pode usar um vestido de festa e seu noivo um terno se o jantar for em um local mais sofisticado, caso contrario um traje esporte fino é uma boa opção, usem sempre o bom senso.
Quanto ao local, vai depender muito do número de convidados e de quanto estão dispostos a gastar. Podem optar por um jantar num restaurante que costumam freqüentar, ou um jantar ou coquetel no restaurante de um hotel 5 estrelas que geralmente incluem no pacote uma suíte especial, para o casal terminar sua noite em grande estilo. Podem ainda optar por um jantar na futura casa, ou na casa dos pais, desde que contratem um profissional (buffet) para tratar de todos os detalhes, assim todos poderão aproveitar a comemoração.
Quanto ao local, vai depender muito do número de convidados e de quanto estão dispostos a gastar. Podem optar por um jantar num restaurante que costumam freqüentar, ou um jantar ou coquetel no restaurante de um hotel 5 estrelas que geralmente incluem no pacote uma suíte especial, para o casal terminar sua noite em grande estilo. Podem ainda optar por um jantar na futura casa, ou na casa dos pais, desde que contratem um profissional (buffet) para tratar de todos os detalhes, assim todos poderão aproveitar a comemoração.
Mais uma dica de Juliano Marques Fotografia
sábado, 12 de junho de 2010
Fotografia de Cäsamento: eternizar a alegria do casal
A fotografia de Casamento deve ser capaz de registrar os momentos que eternizarão a alegria do casal
Entre o amor e a Razão
Entre o amor e a razão
A questão do limite mútuo no casamento - o que fazer e como agir?
Que o amor é lindo, ninguém duvida. Mas como sustentar a beleza desse amor no contexto do casamento quando surge a questão dos limites? No calor dos conflitos e dilemas, emergem questões outras ainda mais sagazes: ceder ou não? Aceitar ou recusar?
Não é raro encontrar casais recém casados ou casados há bastante tempo reclamarem um do outro quanto à questão dos limites. Não é preciso visitar um consultório particular de um psicólogo, um psiquiatra ou um especialista na área para se constatar isso. Esse fato salta aos olhos e aos ouvidos de qualquer um, em qualquer lugar. Basta, por exemplo, estar num ônibus rumando para casa ou para algum compromisso para, de repente, se deparar com a cena de duas mulheres ou dois homens trocarem queixas entre si do relacionamento(marido e mulher, claro), alegando que não é respeitado em relação aos limites impostos.
A questão dos limites tem sido motivo de tanta preocupação não só por parte de especialistas e entendidos da área, mas também por parte de pais, educadores, diretores de escola, professores e todos aqueles que lidam com as mazelas e vicissitudes humanas. A razão e o estopim de tudo são uma só: a violência cada vez mais precoce e desenfreada. As estatísticas e manchetes estão aí.
Os doutores Henry Cloud e John Towsend, ambos PhD em psicologia clínica, são autores da série de livros intitulada Limites. Eles abordam o assunto em diversas áreas do relacionamento, como no casamento e na criação dos filhos. Em sua pertinente obra, Limites no Casamento(Editora Vida), eles mostram que tipo de conflitos podem surgir quanto não há limites no casamento, e o que fazer quando um ou outro não os aceitam. De “quebra”, eles deixam claro o que pensam aqueles que não gostam de limites. “As pessoas que não respeitam os limites dos outros em geral têm um único lema na vida: faço apenas o que quero.” Segundo explicam, a razão de tal comportamento: “Quem é avesso aos limites reage dessa forma porque realmente acredita que o limite – qualquer que seja – seja injusto e ofensivo.”
Como então agir nesses casos? Eles dão algumas dicas. Aqui vão elas *:
- Não negue nem minimize a situação se o problema de limites for grave. De nada adianta fugir da verdade;
- Não desconsidere a situação, esperando as coisas melhorarem. O tempo por si só não cura a imaturidade;
- Não fique mais complacente e afetuoso, achando que o amor conserta tudo. O caráter precisa mais do que o amor para amadurecer;
- Não seja implicante. Ficar repetindo a mesma coisa não vai mudar nada (Pv 21.9);
- Não se deixe surpreender toda vez com o comportamento do seu cônjuge. É uma reação defensiva comum de quem ainda tem esperança. Se uma pessoa inconseqüente não sofrer nenhuma pressão externa, continuará inconseqüente. As coisas não vão mudar enquanto você não começar a fazer mudanças em seu relacionamento;
- Não jogue a culpa no outro. Dificilmente os conflitos de limites no casamento têm um lado totalmente inocente e outro lado totalmente culpado. Reconheça a sua parte no problema, tirando a trave de seu próprio olho (Mt. 7:5);
- Não assuma toda a responsabilidade pelo problema. Se você eximir o seu cônjuge da parte que lhe cabe, vai piorar ainda mais o problema (Pv. 19:9)
Essas dicas são válidas e estão inseridas num contexto em que a falta de limites está relacionada à falta de caráter, quando o cônjuge sabe o que está sentindo e pensando, mas menospreza os limites que você impõe e até os resiste. Nesse contexto e caso, dizem os autores, o problema deve ser tratado isoladamente, ou seja, só um dos cônjuges – no caso, o que está sendo menosprezado, já que ambos são como adversários. Eles, os autores, recomendam que o problema não deve ser tratado em conjunto, ou seja, o companheiro procurar o companheiro e solucionar a questão. Cloud e Towsend explicam. “Como uma criança irritada, seu cônjuge não vai gostar quando você entrar no universo dos limites... Não espere a cooperação de seu cônjuge.” Uma boa dica nesse caso seria procurar auxílio de terceiros, junto a pessoas de confiança, que sirvam de intermediários.
A questão dos limites é um problema universal, a despeito da cor da pele, classe social, fomação acadêmica. Afinal, quem gosta de receber um “Não” como resposta? Domar a carne e a índole humanas não é tarefa das mais fáceis, mesmo para o mais espiritual dos homens. A Bíblia está recheada de exemplos de homens e mulheres que sempre tiveram dificuldades para lidar com seus limites e com os limites dos outros. E o preço que tiveram que pagar por infringir regras foi altíssimo.
Assim, se considerarmos que educação vem do berço e que é de lá que se inicia todo o processo de amadurecimento, que se estende por toda a vida, quanto mais cedo os pais, professores e educadores passarem a orientar, a ensinar e a educar as crianças, melhor será para todos. Porque respeito é bom, e todo mundo gosta. Inclusive Deus.
Por Marcelo Ferreira
Jornalista
marcelo.ferreira@lagoinha.com
A questão do limite mútuo no casamento - o que fazer e como agir?
Que o amor é lindo, ninguém duvida. Mas como sustentar a beleza desse amor no contexto do casamento quando surge a questão dos limites? No calor dos conflitos e dilemas, emergem questões outras ainda mais sagazes: ceder ou não? Aceitar ou recusar?
Não é raro encontrar casais recém casados ou casados há bastante tempo reclamarem um do outro quanto à questão dos limites. Não é preciso visitar um consultório particular de um psicólogo, um psiquiatra ou um especialista na área para se constatar isso. Esse fato salta aos olhos e aos ouvidos de qualquer um, em qualquer lugar. Basta, por exemplo, estar num ônibus rumando para casa ou para algum compromisso para, de repente, se deparar com a cena de duas mulheres ou dois homens trocarem queixas entre si do relacionamento(marido e mulher, claro), alegando que não é respeitado em relação aos limites impostos.
A questão dos limites tem sido motivo de tanta preocupação não só por parte de especialistas e entendidos da área, mas também por parte de pais, educadores, diretores de escola, professores e todos aqueles que lidam com as mazelas e vicissitudes humanas. A razão e o estopim de tudo são uma só: a violência cada vez mais precoce e desenfreada. As estatísticas e manchetes estão aí.
Os doutores Henry Cloud e John Towsend, ambos PhD em psicologia clínica, são autores da série de livros intitulada Limites. Eles abordam o assunto em diversas áreas do relacionamento, como no casamento e na criação dos filhos. Em sua pertinente obra, Limites no Casamento(Editora Vida), eles mostram que tipo de conflitos podem surgir quanto não há limites no casamento, e o que fazer quando um ou outro não os aceitam. De “quebra”, eles deixam claro o que pensam aqueles que não gostam de limites. “As pessoas que não respeitam os limites dos outros em geral têm um único lema na vida: faço apenas o que quero.” Segundo explicam, a razão de tal comportamento: “Quem é avesso aos limites reage dessa forma porque realmente acredita que o limite – qualquer que seja – seja injusto e ofensivo.”
Como então agir nesses casos? Eles dão algumas dicas. Aqui vão elas *:
- Não negue nem minimize a situação se o problema de limites for grave. De nada adianta fugir da verdade;
- Não desconsidere a situação, esperando as coisas melhorarem. O tempo por si só não cura a imaturidade;
- Não fique mais complacente e afetuoso, achando que o amor conserta tudo. O caráter precisa mais do que o amor para amadurecer;
- Não seja implicante. Ficar repetindo a mesma coisa não vai mudar nada (Pv 21.9);
- Não se deixe surpreender toda vez com o comportamento do seu cônjuge. É uma reação defensiva comum de quem ainda tem esperança. Se uma pessoa inconseqüente não sofrer nenhuma pressão externa, continuará inconseqüente. As coisas não vão mudar enquanto você não começar a fazer mudanças em seu relacionamento;
- Não jogue a culpa no outro. Dificilmente os conflitos de limites no casamento têm um lado totalmente inocente e outro lado totalmente culpado. Reconheça a sua parte no problema, tirando a trave de seu próprio olho (Mt. 7:5);
- Não assuma toda a responsabilidade pelo problema. Se você eximir o seu cônjuge da parte que lhe cabe, vai piorar ainda mais o problema (Pv. 19:9)
Essas dicas são válidas e estão inseridas num contexto em que a falta de limites está relacionada à falta de caráter, quando o cônjuge sabe o que está sentindo e pensando, mas menospreza os limites que você impõe e até os resiste. Nesse contexto e caso, dizem os autores, o problema deve ser tratado isoladamente, ou seja, só um dos cônjuges – no caso, o que está sendo menosprezado, já que ambos são como adversários. Eles, os autores, recomendam que o problema não deve ser tratado em conjunto, ou seja, o companheiro procurar o companheiro e solucionar a questão. Cloud e Towsend explicam. “Como uma criança irritada, seu cônjuge não vai gostar quando você entrar no universo dos limites... Não espere a cooperação de seu cônjuge.” Uma boa dica nesse caso seria procurar auxílio de terceiros, junto a pessoas de confiança, que sirvam de intermediários.
A questão dos limites é um problema universal, a despeito da cor da pele, classe social, fomação acadêmica. Afinal, quem gosta de receber um “Não” como resposta? Domar a carne e a índole humanas não é tarefa das mais fáceis, mesmo para o mais espiritual dos homens. A Bíblia está recheada de exemplos de homens e mulheres que sempre tiveram dificuldades para lidar com seus limites e com os limites dos outros. E o preço que tiveram que pagar por infringir regras foi altíssimo.
Assim, se considerarmos que educação vem do berço e que é de lá que se inicia todo o processo de amadurecimento, que se estende por toda a vida, quanto mais cedo os pais, professores e educadores passarem a orientar, a ensinar e a educar as crianças, melhor será para todos. Porque respeito é bom, e todo mundo gosta. Inclusive Deus.
Por Marcelo Ferreira
Jornalista
marcelo.ferreira@lagoinha.com
Casados, mas eternos namorados
Certa vez, ouvindo uma palestra sobre casamento, o preletor exemplificou o tema com a seguinte história:
“Um casal há muito havia perdido o romantismo entre eles. Então, o marido, em uma atitude ousada, chegou em casa e disse à sua esposa: ‘Querida, amanhã trarei à nossa casa um convidado muito especial. Quero que você vista a sua melhor roupa. Quero, também, que deixe a nossa casa um brinco. E não se esqueça de preparar uma comida bem especial’. No dia seguinte, a mulher, apressadamente, arrumou toda a casa, deixando-a completamente limpa e cheirosa. Preparou uma comida bem saborosa. Logo depois se preparou, vestindo a sua melhor roupa. Enfim, ela estava linda! No horário marcado, o marido chegou e tocou a campainha. Ela, com os olhos brilhando, foi logo abrir a porta para ver quem era o tal convidado. Porém, teve uma surpresa: do lado de fora estava somente o seu marido. Ela foi logo perguntando: ‘Onde está o tal convidado? Fiz tudo o que você pediu para nada? Ele não veio?’ O marido abaixou a cabeça e entristecido disse: ‘O convidado especial sou eu, meu bem! Ou não significo mais nada para você? Veja quanto tempo estamos casados e você nunca mais se arrumou assim para mim e nem mais preparou um prato especial para me esperar?’ Naquele instante, o silêncio pairou entre os dois e os olhares de um para outro diziam mais que palavras.”
Esta é uma história bem simples, porém significativa e nos deixa uma grande lição: o cuidado mútuo entre os cônjuges deve ser cultivado a cada dia. Quantos casais não sabem mais o que é namorar ou o que é sair de mãos dadas? Parece papo de pré-adolescentes apaixonados. Não, não mesmo. E se engana quem pensa assim, pois o romantismo não é privilégio restrito aos casais mais jovens, pois cada idade tem o seu esplendor e o coração jamais envelhece.
O romantismo é um dos pilares de sustentação do casamento, que, infelizmente, há muito vem sendo negligenciado. É triste dizer, mas o que mais vemos hoje são casamentos de “fachada”, aqueles que mostram uma felicidade aparente para a sociedade, entretanto, entre quatro paredes, o clima entre o casal é outro.
É interessante observar que no período de namoro é fácil colocar o romantismo em prática. Presentes pra lá e pra cá, elogios, bilhetinhos e cartas de amor, palavras de incentivo, demonstrações de carinho e afeto. No entanto, depois de casados, muitos casais parecem desaprender as diversas linguagens do amor. Começam as cobranças, as trocas de ofensas, as irritações constantes por causa de pouca coisa. O romantismo cede espaço para o desgaste do relacionamento. Com o tempo, marido e mulher perdem o desejo um pelo outro.
Assim como este marido da história teve a idéia de surpreender a sua esposa, fazendo-a refletir sobre o que estava acontecendo entre eles, da mesma forma precisamos ter força de vontade para investir no casamento. Há quanto tempo você não diz “Eu te amo” para o seu cônjuge? Talvez, nos últimos anos, você tenha se dedicado mais a outras coisas como trabalho, amizades, jogar bola, sair sempre sozinho e, principalmente, subtraindo o tempo que você teria para dialogar com seu cônjuge e filhos pelas infinitas horas em frente à TV. Um bom diálogo também faz parte do romantismo.
Em seu artigo “Nossa casa: lar ou pensão?”, da Revista Lar Cristão (Vol. 1, Nº 4), Willian Féres, que além de médico endocrinologista atua, com sua esposa, Rute Nery Féres, na área de casais, fala da comunicação entre os cônjuges: “Um bom parâmetro para saber como está a comunicação, é verificar se você pode chamar sua esposa e filhos de amigos”. Nesse caso, o autor se referiu aos maridos. Porém, a frase também serve para as esposas.
Não importa o mau tempo e nem o passar dos anos. Em Deus tudo se renova. O romantismo independe de uma data especial para ser colocado em prática. Por isso, transforme o seu “Dia do Nada” em uma data para lá de especial. Curta o seu cônjuge. Os resultados serão surpreendentes. Experimente!
Fonte: Ana Paula Costa - Ig. Batista da Lagoinha
“Um casal há muito havia perdido o romantismo entre eles. Então, o marido, em uma atitude ousada, chegou em casa e disse à sua esposa: ‘Querida, amanhã trarei à nossa casa um convidado muito especial. Quero que você vista a sua melhor roupa. Quero, também, que deixe a nossa casa um brinco. E não se esqueça de preparar uma comida bem especial’. No dia seguinte, a mulher, apressadamente, arrumou toda a casa, deixando-a completamente limpa e cheirosa. Preparou uma comida bem saborosa. Logo depois se preparou, vestindo a sua melhor roupa. Enfim, ela estava linda! No horário marcado, o marido chegou e tocou a campainha. Ela, com os olhos brilhando, foi logo abrir a porta para ver quem era o tal convidado. Porém, teve uma surpresa: do lado de fora estava somente o seu marido. Ela foi logo perguntando: ‘Onde está o tal convidado? Fiz tudo o que você pediu para nada? Ele não veio?’ O marido abaixou a cabeça e entristecido disse: ‘O convidado especial sou eu, meu bem! Ou não significo mais nada para você? Veja quanto tempo estamos casados e você nunca mais se arrumou assim para mim e nem mais preparou um prato especial para me esperar?’ Naquele instante, o silêncio pairou entre os dois e os olhares de um para outro diziam mais que palavras.”
Esta é uma história bem simples, porém significativa e nos deixa uma grande lição: o cuidado mútuo entre os cônjuges deve ser cultivado a cada dia. Quantos casais não sabem mais o que é namorar ou o que é sair de mãos dadas? Parece papo de pré-adolescentes apaixonados. Não, não mesmo. E se engana quem pensa assim, pois o romantismo não é privilégio restrito aos casais mais jovens, pois cada idade tem o seu esplendor e o coração jamais envelhece.
O romantismo é um dos pilares de sustentação do casamento, que, infelizmente, há muito vem sendo negligenciado. É triste dizer, mas o que mais vemos hoje são casamentos de “fachada”, aqueles que mostram uma felicidade aparente para a sociedade, entretanto, entre quatro paredes, o clima entre o casal é outro.
É interessante observar que no período de namoro é fácil colocar o romantismo em prática. Presentes pra lá e pra cá, elogios, bilhetinhos e cartas de amor, palavras de incentivo, demonstrações de carinho e afeto. No entanto, depois de casados, muitos casais parecem desaprender as diversas linguagens do amor. Começam as cobranças, as trocas de ofensas, as irritações constantes por causa de pouca coisa. O romantismo cede espaço para o desgaste do relacionamento. Com o tempo, marido e mulher perdem o desejo um pelo outro.
Assim como este marido da história teve a idéia de surpreender a sua esposa, fazendo-a refletir sobre o que estava acontecendo entre eles, da mesma forma precisamos ter força de vontade para investir no casamento. Há quanto tempo você não diz “Eu te amo” para o seu cônjuge? Talvez, nos últimos anos, você tenha se dedicado mais a outras coisas como trabalho, amizades, jogar bola, sair sempre sozinho e, principalmente, subtraindo o tempo que você teria para dialogar com seu cônjuge e filhos pelas infinitas horas em frente à TV. Um bom diálogo também faz parte do romantismo.
Em seu artigo “Nossa casa: lar ou pensão?”, da Revista Lar Cristão (Vol. 1, Nº 4), Willian Féres, que além de médico endocrinologista atua, com sua esposa, Rute Nery Féres, na área de casais, fala da comunicação entre os cônjuges: “Um bom parâmetro para saber como está a comunicação, é verificar se você pode chamar sua esposa e filhos de amigos”. Nesse caso, o autor se referiu aos maridos. Porém, a frase também serve para as esposas.
Não importa o mau tempo e nem o passar dos anos. Em Deus tudo se renova. O romantismo independe de uma data especial para ser colocado em prática. Por isso, transforme o seu “Dia do Nada” em uma data para lá de especial. Curta o seu cônjuge. Os resultados serão surpreendentes. Experimente!
Fonte: Ana Paula Costa - Ig. Batista da Lagoinha
sexta-feira, 11 de junho de 2010
quinta-feira, 10 de junho de 2010
Enfrentando crises no casamento
O fundamento do casamento
A mentalidade utilitarista tem tomado conta da sociedade moderna, onde cada um busca o que é seu. É a mentalidade egoísta da auto-satisfação e do proveito próprio (cada um quer levar vantagem em tudo). É aquele patrão que suga do empregado e depois o dispensa quando este já não lhe interessa mais. A mesma mentalidade descartável se observa no casamento, quando as pessoas parecem mais perguntar: “que vantagem que eu levo?”
Do que “o que é que eu estou trazendo para o casamento?”. Os votos e os compromissos do casamento, tais como: “na felicidade ou na desventura, em riqueza ou na pobreza, com saúde ou enfermo(a)... até que a morte nos separe”, são quebrados com a maior facilidade. Assim, quase tudo se torna desculpa para a separação e o divórcio. Infantilidade e leviandade são uma constante em nossa sociedade. Os casais não se esforçam mais como antigamente para enfrentar e superar os obstáculos que surgem ao casamento. Não unem mais suas forças para remover o obstáculo ou superá-lo com criatividade e disposição. Mas, afinal, o que é o casamento? Seria meramente um contrato social entre duas pessoas? O que deve sustentar um casamento? A falta de amor seria desculpa legítima para se dissolver um casamento? Dietrich Bonhoeffer escreveu um sermão para o casamento de uma sobrinha sua. Disse ele: “O casamento é maior do que o amor que vocês têm um pelo outro.
Ele tem em si grande dignidade e força por ser a ordenança santa através da qual Deus planejou a perpetuação da raça humana, até o fim dos tempos. No amor que os une, vocês vêem apenas a si mesmos no mundo, mas ao se casarem tornam-se um elo na cadeia das gerações que Deus faz aparecer e partir para sua glória, chamando-as para o seu reino. Em seu amor, vocês vêem apenas o sétimo céu da sua felicidade, mas no casamento recebem uma posição de responsabilidade perante o mundo e a raça humana. Seu amor é propriedade particular, mas o casamento não pertence a vocês; é um símbolo social, uma função de responsabilidade.”
Nossa sociedade tem perdido o senso da importância da aliança. Cada dia que passa, as pessoas estão levando menos a sério os votos e os compromissos de fidelidade. O número de divórcios tem aumentado em ritmo muito acelerado e preocupante. Parece que as pessoas em geral não estão nem aí para o fato de Deus odiar o repúdio (Malaquias 2.10-16). Pensam que o divórcio é a solução para os problemas de relacionamento. Perderam o temor do Senhor que é base de sustentação dos relacionamentos humanos como ensinou o Apóstolo Paulo (Ef 5.21, 22 e 25; Cl 3.18). Paulo ressalta as expressões “no temor do Senhor”, “como ao Senhor” e “como convém no Senhor”, mostrando que, respeitando a Deus e buscando agradá-lo, encontraremos uma maneira de nos entendermos bem com a outra pessoa. Temos aí um bom fundamento para a solução das diferenças, crises e problemas do casamento. Então, o casal, no temor do Senhor, deve levar a sério sua aliança e compromisso; ambos devem procurar nutrir o amor e o afeto. Cada um deve se esforçar por preservar a unidade, a harmonia, promovendo, assim, a felicidade do lar. É possível quando se tem vontade, quando se tem fé e quando se busca amar.
Enfrentando crises e dificuldades no casamento:
Algumas áreas de atrito: 1) Comportamento: Temperamento - reagimos de modo diferente, etc. 2) Psicológicos: traumas e feridas na alma (necessário ser sensível ao cônjuge, conhecer seus dilemas interiores, seus traumas familiares: maneira como foi criada, etc.); 3) Criação: hábitos fortíssimos e arraigados (toalhas e roupas jogadas; limpeza e higiene; etc.) 4) gostos diferentes 5) supervalorização do irrisório, se faz uma tempestade num copo d’água (ronco, por exemplo) 6) Decisões e escolhas; decisões pessoais e profissionais (o marido, por exemplo, que vive trocando de emprego e comunica depois a esposa; mudança, compras, etc - o ideal seria uma profunda participação nas decisões mútuas) 7) Finanças 8) Intromissões de familiares e amigos; como deve ser o relacionamento com os sogros? Quem deve estabelecer os limites? Como evitar problemas nesta área? Como solucionar os já existentes? 9) Sexo e afeto 10) Quando o cônjuge é negligente para com as suas responsabilidades; 11) Vícios; 12) Falta de Comunicação; palavras duras e cruéis; carência de palavras amigas e cheias de afeto; falta de elogios em particular e em público; 13) Ciúmes; 14) infidelidade, mentiras.
O que fazer quando brigamos? Somos humildes para reconhecer os nossos erros ou sempre nos justificamos? Sabemos pedir perdão? Somos maduros o suficiente para perdoar e buscar a reconciliação? Tomamos a iniciativa para a reaproximação ou ficamos esperando que o outro o faça? Estamos dispostos a renunciar aquilo que estorva nosso relacionamento conjugal e familiar, abandonando uma atitude egoísta e buscando o bem comum a todos? O que cada cônjuge pode fazer para melhorar o seu casamento?
O que fazer quando o amor esfria ou acaba? A falta de amor não deve ser usada como desculpa para a separação. Vimos acima que o amor não é a base para o casamento, mas que é o compromisso do casamento levado a sério que deve servir de base para a edificação e resistência do amor. O amor não é opção é mandamento. É dever de um cônjuge amar o outro. Amor é verbo, é ação. O amor não é algo externo a nós, como um raio que cai sobre nós, a respeito do qual não podemos fazer nada. Somos responsáveis pelo amor. Não podemos dizer: “não amo mais, acabou. O que me resta fazer agora senão desistir? Ou, o que posso fazer já que não amo mais?”. Pois, na verdade, você pode fazer muito. Você pode amar! Você pode investir no amor, plantar, regar, cultivar, fazer crescer. O amor é arma poderosa que pode transformar toda e qualquer situação. Plante o amor e colherá o fruto da felicidade. Devemos amar assim como Deus nos amou, de maneira incondicional. Mas, muitos dizem: “Eu amarei se ele(a) fizer isso e aquilo.” O imediatismo e o utilitarismo presentes em nossa sociedade faz com que a maioria não esteja disposta a suportar as frustrações geradas pelas relações humanas, o que gera ruptura prematura das relações de amor e amizade, não concedendo a elas o tempo necessário e a chance de sobreviver e de se solidificar. Maturidade é saber se impor frustração em curto prazo para colher satisfação a médio e longo prazo. Você está disposto a investir amor no seu casamento?
Igreja Metodista Livre do Brasil
www.ejesus.com.br
A mentalidade utilitarista tem tomado conta da sociedade moderna, onde cada um busca o que é seu. É a mentalidade egoísta da auto-satisfação e do proveito próprio (cada um quer levar vantagem em tudo). É aquele patrão que suga do empregado e depois o dispensa quando este já não lhe interessa mais. A mesma mentalidade descartável se observa no casamento, quando as pessoas parecem mais perguntar: “que vantagem que eu levo?”
Do que “o que é que eu estou trazendo para o casamento?”. Os votos e os compromissos do casamento, tais como: “na felicidade ou na desventura, em riqueza ou na pobreza, com saúde ou enfermo(a)... até que a morte nos separe”, são quebrados com a maior facilidade. Assim, quase tudo se torna desculpa para a separação e o divórcio. Infantilidade e leviandade são uma constante em nossa sociedade. Os casais não se esforçam mais como antigamente para enfrentar e superar os obstáculos que surgem ao casamento. Não unem mais suas forças para remover o obstáculo ou superá-lo com criatividade e disposição. Mas, afinal, o que é o casamento? Seria meramente um contrato social entre duas pessoas? O que deve sustentar um casamento? A falta de amor seria desculpa legítima para se dissolver um casamento? Dietrich Bonhoeffer escreveu um sermão para o casamento de uma sobrinha sua. Disse ele: “O casamento é maior do que o amor que vocês têm um pelo outro.
Ele tem em si grande dignidade e força por ser a ordenança santa através da qual Deus planejou a perpetuação da raça humana, até o fim dos tempos. No amor que os une, vocês vêem apenas a si mesmos no mundo, mas ao se casarem tornam-se um elo na cadeia das gerações que Deus faz aparecer e partir para sua glória, chamando-as para o seu reino. Em seu amor, vocês vêem apenas o sétimo céu da sua felicidade, mas no casamento recebem uma posição de responsabilidade perante o mundo e a raça humana. Seu amor é propriedade particular, mas o casamento não pertence a vocês; é um símbolo social, uma função de responsabilidade.”
Nossa sociedade tem perdido o senso da importância da aliança. Cada dia que passa, as pessoas estão levando menos a sério os votos e os compromissos de fidelidade. O número de divórcios tem aumentado em ritmo muito acelerado e preocupante. Parece que as pessoas em geral não estão nem aí para o fato de Deus odiar o repúdio (Malaquias 2.10-16). Pensam que o divórcio é a solução para os problemas de relacionamento. Perderam o temor do Senhor que é base de sustentação dos relacionamentos humanos como ensinou o Apóstolo Paulo (Ef 5.21, 22 e 25; Cl 3.18). Paulo ressalta as expressões “no temor do Senhor”, “como ao Senhor” e “como convém no Senhor”, mostrando que, respeitando a Deus e buscando agradá-lo, encontraremos uma maneira de nos entendermos bem com a outra pessoa. Temos aí um bom fundamento para a solução das diferenças, crises e problemas do casamento. Então, o casal, no temor do Senhor, deve levar a sério sua aliança e compromisso; ambos devem procurar nutrir o amor e o afeto. Cada um deve se esforçar por preservar a unidade, a harmonia, promovendo, assim, a felicidade do lar. É possível quando se tem vontade, quando se tem fé e quando se busca amar.
Enfrentando crises e dificuldades no casamento:
Algumas áreas de atrito: 1) Comportamento: Temperamento - reagimos de modo diferente, etc. 2) Psicológicos: traumas e feridas na alma (necessário ser sensível ao cônjuge, conhecer seus dilemas interiores, seus traumas familiares: maneira como foi criada, etc.); 3) Criação: hábitos fortíssimos e arraigados (toalhas e roupas jogadas; limpeza e higiene; etc.) 4) gostos diferentes 5) supervalorização do irrisório, se faz uma tempestade num copo d’água (ronco, por exemplo) 6) Decisões e escolhas; decisões pessoais e profissionais (o marido, por exemplo, que vive trocando de emprego e comunica depois a esposa; mudança, compras, etc - o ideal seria uma profunda participação nas decisões mútuas) 7) Finanças 8) Intromissões de familiares e amigos; como deve ser o relacionamento com os sogros? Quem deve estabelecer os limites? Como evitar problemas nesta área? Como solucionar os já existentes? 9) Sexo e afeto 10) Quando o cônjuge é negligente para com as suas responsabilidades; 11) Vícios; 12) Falta de Comunicação; palavras duras e cruéis; carência de palavras amigas e cheias de afeto; falta de elogios em particular e em público; 13) Ciúmes; 14) infidelidade, mentiras.
O que fazer quando brigamos? Somos humildes para reconhecer os nossos erros ou sempre nos justificamos? Sabemos pedir perdão? Somos maduros o suficiente para perdoar e buscar a reconciliação? Tomamos a iniciativa para a reaproximação ou ficamos esperando que o outro o faça? Estamos dispostos a renunciar aquilo que estorva nosso relacionamento conjugal e familiar, abandonando uma atitude egoísta e buscando o bem comum a todos? O que cada cônjuge pode fazer para melhorar o seu casamento?
O que fazer quando o amor esfria ou acaba? A falta de amor não deve ser usada como desculpa para a separação. Vimos acima que o amor não é a base para o casamento, mas que é o compromisso do casamento levado a sério que deve servir de base para a edificação e resistência do amor. O amor não é opção é mandamento. É dever de um cônjuge amar o outro. Amor é verbo, é ação. O amor não é algo externo a nós, como um raio que cai sobre nós, a respeito do qual não podemos fazer nada. Somos responsáveis pelo amor. Não podemos dizer: “não amo mais, acabou. O que me resta fazer agora senão desistir? Ou, o que posso fazer já que não amo mais?”. Pois, na verdade, você pode fazer muito. Você pode amar! Você pode investir no amor, plantar, regar, cultivar, fazer crescer. O amor é arma poderosa que pode transformar toda e qualquer situação. Plante o amor e colherá o fruto da felicidade. Devemos amar assim como Deus nos amou, de maneira incondicional. Mas, muitos dizem: “Eu amarei se ele(a) fizer isso e aquilo.” O imediatismo e o utilitarismo presentes em nossa sociedade faz com que a maioria não esteja disposta a suportar as frustrações geradas pelas relações humanas, o que gera ruptura prematura das relações de amor e amizade, não concedendo a elas o tempo necessário e a chance de sobreviver e de se solidificar. Maturidade é saber se impor frustração em curto prazo para colher satisfação a médio e longo prazo. Você está disposto a investir amor no seu casamento?
Igreja Metodista Livre do Brasil
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quarta-feira, 9 de junho de 2010
Exames Pré-Nupciais para o noivo (também)
Cuidar da saúde é essencial em qualquer época da vida, mas nem sempre damos à atenção suficiente para o nosso corpo. Por isso, se você não freqüenta um médico regularmente, aproveite o casamento e realize os exames pré-nupciais, que certamente sua noiva também fará. Mas, procure criar o hábito de visitar um clínico geral, pois evitar doenças é melhor do que remediar.
Nos homens, o pré-nupcial é válido para descobrir algum tipo de irregularidade na urina, nas fezes, bem como saber como anda a taxa de esperma. O médico que lhe atenderá solicitará mais exames conforme seu estilo de vida, já que é válido saber como está sua saúde corporal. Mas, não pára por aí, principalmente para quem quer ter filho, porque se você tem algum histórico na família que determine que algo específico seja solicitado, certamente o seu médico pedirá.
Se o noivo não tem um médico de confiança, não se preocupe, peça indicação aos seus amigos, e confira se ele está incluído na listagem de seu plano de saúde ou quanto custará uma consulta particular, até mesmo procure saber sobre todos os procedimentos que você realizará. Além de ser primordial para a saúde do casal, o exame pré-nupcial para os homens é indicado para qualquer idade, até mesmo para os mais jovens.
Saiba quais são os procedimentos apropriados para o exame pré-nupcial masculino:
- Colesterol
- Espermograma
- Fezes
- Glicemia
- HIV
- Parasitológico
- Tipo sangüíneo
- Urina
- Além dos exames solicitados pelo clínico geral
Nos homens, o pré-nupcial é válido para descobrir algum tipo de irregularidade na urina, nas fezes, bem como saber como anda a taxa de esperma. O médico que lhe atenderá solicitará mais exames conforme seu estilo de vida, já que é válido saber como está sua saúde corporal. Mas, não pára por aí, principalmente para quem quer ter filho, porque se você tem algum histórico na família que determine que algo específico seja solicitado, certamente o seu médico pedirá.
Se o noivo não tem um médico de confiança, não se preocupe, peça indicação aos seus amigos, e confira se ele está incluído na listagem de seu plano de saúde ou quanto custará uma consulta particular, até mesmo procure saber sobre todos os procedimentos que você realizará. Além de ser primordial para a saúde do casal, o exame pré-nupcial para os homens é indicado para qualquer idade, até mesmo para os mais jovens.
Saiba quais são os procedimentos apropriados para o exame pré-nupcial masculino:
- Colesterol
- Espermograma
- Fezes
- Glicemia
- HIV
- Parasitológico
- Tipo sangüíneo
- Urina
- Além dos exames solicitados pelo clínico geral
terça-feira, 8 de junho de 2010
Casamento na Praia. Quais os cuidados?
Para os casais que gostam de natureza e ar livre, realizar a festa de casamento na praia é uma boa opção. Entretanto, alguns cuidados devem ser tomados.
Os noivos devem conhecer o local com antecedência para saber como é a estrutura e ter ciência do valor que querem investir.
Para um casamento na praia, os noivos devem se programar com pelo menos 10 meses de antecedência. Além disso, não dá para contar com a sorte. É preciso montar uma estrutura diferenciada, caso mude o tempo. Deve-se preocupar com toda uma estrutura, tais como uma cozinha equipada, banheiro suficiente para todos estacionamento.
Os noivos que querem se casar perto do mar também devem preparar o bolso, porque os custos aumentam consideravelmente. O enlace precisa ter a cara do casal. Por isso, é complicado contar apenas com os fornecedores locais - e as empresas de outras localidades cobram alto pelo frete. Além disso, é necessário pagar uma taxa para a prefeitura local para utilizar a praia para esse tipo de evento. O valor é cobrado por metro quadrado. No litoral Norte, por exemplo, custa R$ 12,80. No litoral Sul esse valor deve ser de R$ 10. Para tentar diminuir os gastos, sugerimos que o casal dimensione o local, verifique a necessidade de obras e veja quantas pessoas cabem.
Para a estada no hotel ou em pousadas, os convidados costumam bancar os custos da viagem, por isso, eles devem ser previamente avisados para se programarem. Caso os noivos tenham condições financeiras, podem fechar pacotes e bancar a estada de todo mundo. E, para economizar, durante a baixa temporada, podem preferir uma comemoração mais longa e adquirir pacotes para ficar entre dois ou três dias no hotel com os familiares e os amigos.
O melhor horário para realizar uma cerimônia na praia é no final da tarde. Além de o clima estar mais ameno, o pôr-do-sol deixa o visual ainda mais bonito.
Praia é sinônimo de simplicidade
O visual é outro ponto importante para casamentos na praia. Os convidados e o casal devem usar roupas mais leves, e as mulheres devem prestar atenção no tipo de sapato e na altura do salto. Tudo na praia deve ser mais suave. O jeito é apostar nas cores claras, como branco e creme. A noiva deve optar por vestidos leves, soltos e com pouco brilho. Há algumas que trocam o branco pelo prata. Seja prudente na hora de escolher o penteado. O vento forte pode desmanchá-lo facilmente.
O cardápio sempre deve ser adequado aos gostos dos presentes no casamento, mas pelo clima, comida leves e refrescantes são as melhores opções. Acreditamos que uma mesa de frutas, mini-picolés e bartenders que oferecem bebidas na hora ajudam a refrescar o casal e os convidados.
Os noivos não podem servir, ainda, somente pratos à base de frutos do mar. As sugestões devem mudar de acordo com o espaço.
Quanto à decoração, sugerimos que, por ser um casamento mais "informal", pode trazer um estilo mais rústico e indica a utilização de cores em tons de verde, flores coloridas, velas e cortinas leves. É possível ainda utilizar muitas folhas ou criar um clima de luau. Até os convites, segundo o consultor, podem ser mais simples. É interessante usar as cores papel e areia, utilizar pergaminhos, colocar o convite dentro de uma garrafa ou em palhas.
Vale lembrar que os noivos devem investir em um bom sistema de som para que todos os convidados possam ouvir tudo o que for dito durante a cerimônia. Lugares abertos e com ventos podem deixar o som mais baixo.
E para evitar que a natureza atrapalhe o seu "grande dia" preparar o espaço onde a cerimônia será realizada é essencial. Chuva e vento forte são um dos principais problemas de quem quer se casar na praia. Ter um lugar coberto que pode ser feito com materiais transparentes serve para proteger os noivos e os convidados e não tira a beleza da paisagem.
Os noivos devem conhecer o local com antecedência para saber como é a estrutura e ter ciência do valor que querem investir.
Para um casamento na praia, os noivos devem se programar com pelo menos 10 meses de antecedência. Além disso, não dá para contar com a sorte. É preciso montar uma estrutura diferenciada, caso mude o tempo. Deve-se preocupar com toda uma estrutura, tais como uma cozinha equipada, banheiro suficiente para todos estacionamento.
Os noivos que querem se casar perto do mar também devem preparar o bolso, porque os custos aumentam consideravelmente. O enlace precisa ter a cara do casal. Por isso, é complicado contar apenas com os fornecedores locais - e as empresas de outras localidades cobram alto pelo frete. Além disso, é necessário pagar uma taxa para a prefeitura local para utilizar a praia para esse tipo de evento. O valor é cobrado por metro quadrado. No litoral Norte, por exemplo, custa R$ 12,80. No litoral Sul esse valor deve ser de R$ 10. Para tentar diminuir os gastos, sugerimos que o casal dimensione o local, verifique a necessidade de obras e veja quantas pessoas cabem.
Para a estada no hotel ou em pousadas, os convidados costumam bancar os custos da viagem, por isso, eles devem ser previamente avisados para se programarem. Caso os noivos tenham condições financeiras, podem fechar pacotes e bancar a estada de todo mundo. E, para economizar, durante a baixa temporada, podem preferir uma comemoração mais longa e adquirir pacotes para ficar entre dois ou três dias no hotel com os familiares e os amigos.
O melhor horário para realizar uma cerimônia na praia é no final da tarde. Além de o clima estar mais ameno, o pôr-do-sol deixa o visual ainda mais bonito.
Praia é sinônimo de simplicidade
O visual é outro ponto importante para casamentos na praia. Os convidados e o casal devem usar roupas mais leves, e as mulheres devem prestar atenção no tipo de sapato e na altura do salto. Tudo na praia deve ser mais suave. O jeito é apostar nas cores claras, como branco e creme. A noiva deve optar por vestidos leves, soltos e com pouco brilho. Há algumas que trocam o branco pelo prata. Seja prudente na hora de escolher o penteado. O vento forte pode desmanchá-lo facilmente.
O cardápio sempre deve ser adequado aos gostos dos presentes no casamento, mas pelo clima, comida leves e refrescantes são as melhores opções. Acreditamos que uma mesa de frutas, mini-picolés e bartenders que oferecem bebidas na hora ajudam a refrescar o casal e os convidados.
Os noivos não podem servir, ainda, somente pratos à base de frutos do mar. As sugestões devem mudar de acordo com o espaço.
Quanto à decoração, sugerimos que, por ser um casamento mais "informal", pode trazer um estilo mais rústico e indica a utilização de cores em tons de verde, flores coloridas, velas e cortinas leves. É possível ainda utilizar muitas folhas ou criar um clima de luau. Até os convites, segundo o consultor, podem ser mais simples. É interessante usar as cores papel e areia, utilizar pergaminhos, colocar o convite dentro de uma garrafa ou em palhas.
Vale lembrar que os noivos devem investir em um bom sistema de som para que todos os convidados possam ouvir tudo o que for dito durante a cerimônia. Lugares abertos e com ventos podem deixar o som mais baixo.
E para evitar que a natureza atrapalhe o seu "grande dia" preparar o espaço onde a cerimônia será realizada é essencial. Chuva e vento forte são um dos principais problemas de quem quer se casar na praia. Ter um lugar coberto que pode ser feito com materiais transparentes serve para proteger os noivos e os convidados e não tira a beleza da paisagem.
Etiqueta no Casamento; dicas práticas
Você pensa que quando rola um casamento tudo que precisa é comparecer e se divertir na festa - já que o alvo dos flashes e atenção são os noivos? Pois saiba que está bem enganada. Desde o recebimento do convite até a hora de deixar o baile (sem o arranjo de flores na mão) é preciso seguir algumas regrinhas de etiqueta.
Os convidados devem evitar constrangimentos logo que recebem o convite. É imprescindível que o convidado confirme presença, caso solicitado. O famoso RSVP – que é a abreviatura de Répondez S'il Vous Plaît, expressão francesa que, ao pé da letra, significa "Responda se desejar". No entanto, "s'il vous plaît" é o equivalente a "por favor", em francês. Ou seja, na verdade, RSVP significa "Responda, por favor". Não confirmar a presença e ir à festa, ou simplesmente não avisar nada, é considerada gafe gravíssima. Isso porque essa informação é muito importante para que os noivos saibam, realmente, quantas pessoas vão reunir. E nada de levar um convidado extra, sem avisar. Ao receber o convite, a primeira coisa a ser analisada é quem está sendo convidado. Organizar um casamento custa caro e é por isso que os noivos gastam horas para fazer a lista de convidados.
E quanto aos presentes? Não sabe o que dar? É importante lembrar que nenhum convidado é obrigado a presentear os noivos, mas que o gesto é sempre bem vindo. Não há regra que dite um prazo limite de entrega ou até mesmo o valor do presente. Neste caso, o que vale é bom senso. Quando uma pessoa decide presentear os noivos, ela quer demonstrar que sente carinho por eles. Por isso, o gesto é mais valioso do que o presente em si.
Na hora de escolher o traje, pense no tempo e energia que os noivos dispensaram na organização e nos detalhes da festa toda - desde o convite até o estilo da festa. Se eles optam por um casamento formal, por exemplo, gostariam que todos estivessem vestidos a rigor. Até porque os convidados complementam o casamento. E, se você aparecer no meio do baile de calça jeans e camiseta, ficará deslocada. O mesmo vale se abusar na formalidade. É extremamente importante que os trajes sejam seguidos à risca.
E não pense que só porque você é muito amiga dos noivos não precisa se preocupar tanto com detalhes. Espera-se que os amigos ajudem os noivos a manter a festa animada e num clima gostoso. E isso significa maneirar na bebida e cuidar para não chamar mais atenção que os noivos. Pode comprometer toda uma festa que foi pensada durante meses e até anos. Convidado alegre é uma delícia de receber, já o bêbado (que normalmente acaba ficando inconveniente), ninguém merece.
Vale lembrar que se divertir não significa perder o controle e tirar a alegria da festa. Muitas pessoas bebem e se divertem, já outras, bebem e ficam chatas, arrumam briga e estragam a festa. Você acha agradável ficar na mesma mesa que um bêbado? Já viu algum bêbado legal, divertido? Na maioria das vezes, eles são chatos e contaminam quem estiver ao redor. Mas, insisto, o convidado que bebeu pouquinho e, com isso, ficou mais desinibido, é que faz a alegria da festa. Beber até ter de ser carregado, decididamente, é muito cafona.
Cafona é também sair da festa com aquele vaso de flores na mão. Regra geral é não levar o arranjo para casa. Normalmente, os noivos já preparam lembrancinhas para que os convidados guardem de recordação do casamento. Você certamente terá melhores lembranças da festa se seguir essas regrinhas. Pode apostar o buquê!
E quanto aos presentes? Não sabe o que dar? É importante lembrar que nenhum convidado é obrigado a presentear os noivos, mas que o gesto é sempre bem vindo. Não há regra que dite um prazo limite de entrega ou até mesmo o valor do presente. Neste caso, o que vale é bom senso. Quando uma pessoa decide presentear os noivos, ela quer demonstrar que sente carinho por eles. Por isso, o gesto é mais valioso do que o presente em si.
Na hora de escolher o traje, pense no tempo e energia que os noivos dispensaram na organização e nos detalhes da festa toda - desde o convite até o estilo da festa. Se eles optam por um casamento formal, por exemplo, gostariam que todos estivessem vestidos a rigor. Até porque os convidados complementam o casamento. E, se você aparecer no meio do baile de calça jeans e camiseta, ficará deslocada. O mesmo vale se abusar na formalidade. É extremamente importante que os trajes sejam seguidos à risca.
E não pense que só porque você é muito amiga dos noivos não precisa se preocupar tanto com detalhes. Espera-se que os amigos ajudem os noivos a manter a festa animada e num clima gostoso. E isso significa maneirar na bebida e cuidar para não chamar mais atenção que os noivos. Pode comprometer toda uma festa que foi pensada durante meses e até anos. Convidado alegre é uma delícia de receber, já o bêbado (que normalmente acaba ficando inconveniente), ninguém merece.
Vale lembrar que se divertir não significa perder o controle e tirar a alegria da festa. Muitas pessoas bebem e se divertem, já outras, bebem e ficam chatas, arrumam briga e estragam a festa. Você acha agradável ficar na mesma mesa que um bêbado? Já viu algum bêbado legal, divertido? Na maioria das vezes, eles são chatos e contaminam quem estiver ao redor. Mas, insisto, o convidado que bebeu pouquinho e, com isso, ficou mais desinibido, é que faz a alegria da festa. Beber até ter de ser carregado, decididamente, é muito cafona.
Cafona é também sair da festa com aquele vaso de flores na mão. Regra geral é não levar o arranjo para casa. Normalmente, os noivos já preparam lembrancinhas para que os convidados guardem de recordação do casamento. Você certamente terá melhores lembranças da festa se seguir essas regrinhas. Pode apostar o buquê!
segunda-feira, 7 de junho de 2010
Confira aqui a lista de documentos para o casamento civil e religioso.
Casamento religioso católico:
- Certidão de batismo atualizada do casal
- Cópia do Documento de Identidade
- Comprovante de residência de ambos
- Transferência de Paróquia ou Instrumento Canônico
- Certificado do Curso de Noivos
- Comprovante
- Cópia do Documento de Identidade
- Comprovante de residência de ambos
- Transferência de Paróquia ou Instrumento Canônico
- Certificado do Curso de Noivos
- Comprovante
Casamento civil
Solteiros:
- Documento de Identidade original
- Certidão de Nascimento original
Solteiros:
- Documento de Identidade original
- Certidão de Nascimento original
Divorciados
- Documento de Identidade original
- Certidão de casamento com averbacão de divórcio original
- Cópia da carta de sentença do divórcio
- Documento de Identidade original
- Certidão de casamento com averbacão de divórcio original
- Cópia da carta de sentença do divórcio
Viúvos
- Documento de Identidade original
- Certidão de casamento com anotacão de óbito original (ou certidão de óbito original do cônjuge falecido)
- Cópia do Formal de Partilha
- Documento de Identidade original
- Certidão de casamento com anotacão de óbito original (ou certidão de óbito original do cônjuge falecido)
- Cópia do Formal de Partilha
Estrangeiros solteiros
- Passaporte original ou RNE original (Registro Nacional de Estrangeiro)
- Certidão de nascimento original consularizada
- Declaração de estado civil
- Passaporte original ou RNE original (Registro Nacional de Estrangeiro)
- Certidão de nascimento original consularizada
- Declaração de estado civil
Estrangeiros divorciados
- Passaporte original ou RNE original (Registro Nacional de Estrangeiro)
- Certidão de casamento original consularizada
- Certidão de divorcio original consularizada
- Passaporte original ou RNE original (Registro Nacional de Estrangeiro)
- Certidão de casamento original consularizada
- Certidão de divorcio original consularizada
Estrangeiros viúvos
- Passaporte original ou RNE original (Registro Nacional de Estrangeiro)
- Certidão de casamento original consularizada
- Certidão de óbito original consularizada
- Passaporte original ou RNE original (Registro Nacional de Estrangeiro)
- Certidão de casamento original consularizada
- Certidão de óbito original consularizada
Não se esqueça de procurar o cartório com antecedência mínima de 45 dias para confirmar a documentação. Toda a documentação deve ser recente, ou seja, emitida a menos de 6 meses.
Fotografia de qualidade por um preço justo
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