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sexta-feira, 10 de maio de 2013

Fechando 2013 com chave de ouro


FECHANDO 2013 COM CHAVE DE OURO!

Como ainda temos algumas datas disponíveis em 2013 resolvemos fazer uma MEGA PROMOÇÃO para fecharmos o ano com CHAVE DE OURO .

A nossa NOVA PROMOÇÃO traz para as noivas e noivos uma oportunidade única para a contratação dos serviços de fotografia e filmagem profissional.

Nós sabemos que as noivas e noivos quando começam a conversar sobre CASAMENTO, o assunto do orçamento está sempre em voga.

Pensando nisso é que nós resolvemos fazer esta promoção e dar aos noivos e noivas uma opção da cobertura fotográfica do seu casamento por um preço SUSTANÇA, sem abrir mão, é lógico, da qualidade dos serviços!

PROMOÇÃO FECHANDO O ANO

FOTOGRAFIA
•Cobertura fotográfica com 2 fotógrafos profissionais dos seguintes momentos: cerimônia religiosa, recepção, making of e book externo;
•Álbum personalizado e com o padrão de qualidade JULIANO MARQUES FOTOGRAFIA;
•Álbum diagramado pela Designer de Álbuns Cynthia Marques;
•entrega das fotos realizadas em alta resolução em mídia personalizada;
•álbum encadernado com 40 páginas no tamanho 24×30 (aproximadamente 80 fotos);
•Caixa protetora do álbum;
•Todo o atendimento é feito pelos próprios fotógrafos: Juliano e Cynthia Marques;
•Realização de apenas um evento por dia.

Valor do Investimento: de R$ 2900,00 por R$ 2.394,00

Opções de Pagamento: à vista com 5% de desconto ou no boleto bancário em até 7 parcelas de R$ 342,00 no BOLETO BANCÁRIO sem juros.

E ainda oferecemos, como BRINDE, uma saída fotográfica com os noivos uns 3 meses antes do casamento, para a realização de um ensaio PRÉ-CASAMENTO, que chamamos de E-SESSION.

 
FILMAGEM
Oferecemos serviço de filmagem em HD para todos os momentos fotografados (cerimônia religiosa, recepção, making of e book), com edição personalizada.

Valor do Investimento: de R$ 2.000,00 por R$ 1.610,00

Opções de Pagamento: à vista com 5% de desconto ou no boleto bancário em até 7 parcelas de R$ 230,00 no BOLETO BANCÁRIO sem juros.

 
PACOTE FECHADO
E, se você fechar com a gente o pacote fechado (fotografia e filmagem) você terá mais opções, confira:  de R$ 4.004,00 por R$ 3.950,00 e você ainda pode pagar em 10 parcelas iguais de R$ 395,00 sem juros. E a primeira parcela poderá ser para 30 dias.

Entre em contato conosco pelos telefones (31) 9218-2640 (oi) ou (31) 9304-8635 (oi), ou clique AQUI aqui e nos envie um e-mail que retornaremos com mais informações.

Não consultamos SPC/SERASA para a confecção dos contratos. Sujeito à disponibilidade de agenda. Atendimento com hora marcada. Promoção válida até o dia 31/12/2013.

 

sexta-feira, 15 de julho de 2011

Dicas de Economia


Você sabia que sai mais barato mandar fazer o convite de casamento em uma gráfica do que em lojas especializadas? 


É lógico que, se você procura comodidade e sofisticação no atendimento, as lojas especializadas são as melhores soluções. 


Mas, quando o orçamento não está tão fácil, o melhor mesmo é procurar diretamente um fornecedor. 


Visite as lojas especializadas, tenha o modelo em mente e procure uma boa gráfica. 


Em Belo Horizonte, recomendamos as gráficas do Mercado Novo.   


Lembrando que, em se tratando de casamento, o mínimo é o máximo. E o convite de casamento só é guardado mesmo pelo casal e pelos familiares. Tão logo passe o dia, o lindo convite estará na lixeira. 


Como diz o comediante Geraldo Magela, " muito triste!", mas é verdade!

sábado, 14 de maio de 2011

7 dicas para não errar com os pajens e daminhas

A entrada dos pajens e daminhas é o momento mais engraçadinho de uma cerimônia de casamento. A maioria dos casais ainda prefere um par de crianças para carregar as alianças e abrir o caminho da noiva. Mas há outras opções - e valiosas dicas - que podem contribuir para a escolha certa ou mesmo para variar a tradicional entrada com crianças. Ouvimos profissionais que responderam às dúvidas mais comuns sobre a escolha, os trajes e a idade de damas e pajens

Qual a idade ideal para daminhas e pajens?
Crianças muito pequenas podem “travar” na hora de entrar na igreja, seja por timidez ou nervosismo. Para evitar este tipo de problema recomendamos que, ao escolher daminhas e pajens, os noivos prefiram crianças entre 5 e 12 anos de idade. O ideal é elas serem íntimas dos noivos, para não se assustar diante de tanta gente diferente. É importante mostrar para os pajens e daminhas que aquele momento é muito importante e alertá-las que um monte de gente vai ficar olhando para elas, além dos fotógrafos e cinegrafistas.

Se tenho muitas crianças na família e entre amigos, como escolher?
O corte deve ser feito pela intimidade dos noivos com a criança. Para que nenhum dos pais fique chateado é só considerar as crianças com quem os noivos realmente têm afinidade.

Quantos pajens e daminhas posso ter?
Não há regra para o número ideal de pajens e daminhas, mas antes de decidir os noivos devem levar em consideração o espaço da igreja ou local da cerimônia, para manter o equilíbrio visual e estrutural do evento. O ideal é contar com um pajem e uma daminha ou um pajem e duas daminhas. Também vale, ainda, ter somente o menino ou a menina.

Devo pagar as roupas dos pajens e damas?
É de bom tom que, ao convidar pajens e daminhas, os noivos se ofereçam para custear os trajes das crianças. Mas se os pais dos convidados têm boas condições financeiras, isso não é obrigatório. O que a regra realmente pede é que os noivos arquem com as despesas do buquê, cabelo e almofadinha ou outra coisa que o pajem carregue.

Preciso ensaiar as crianças para a cerimônia?
O ideal é fazer um rápido ensaio com elas no dia do casamento mesmo. É só solicitar aos pais que cheguem 45 minutos antes da celebração para a cerimonialista fazer um teste. Com a igreja cheia, as coisas podem sair um pouco do roteiro, mas o ensaio já minimiza as possibilidades de problemas. Para garantir a entrada das crianças sem choro, uma dica é posicionar a mãe delas lá na frente, próxima aos noivos, chamando discretamente os filhos. Assim os pequenos se sentem mais seguros e geralmente fazem o caminho de encontro à mãe.

Posso escolher adultos em vez de crianças?
Este tipo de iniciativa é bastante comum nos Estados Unidos e em outros países fora do Brasil. Foi o caso do Príncipe William e de Kate Middleton, que escolheram os respectivos irmãos para as funções. Neste caso, os papéis do pajem e da dama ganham um sentido maior: eles podem acompanhar o noivo e a noiva nos preparativos e no grande dia, além de levar as alianças. Acho a ideia muito simpática. É uma maneira de homenagear os escolhidos. Alguns casais também optam pelos avós nas funções de pajem e dama e porta-alianças.

Como escolher a roupa ideal para eles?
É importante equilibrar tons e não chamar a atenção de forma negativa. Para não errar, use tons pastéis e discretos, especialmente se o casamento for durante o dia. Se for à noite, pode-se colocar um pouco mais de brilho, bordados e renda. As roupas devem oferecer conforto total, pois as crianças vão querer brincar e correr pela festa. Os trajes devem combinar com a roupa da noiva e com as cores da decoração e do buquê. Usar alguns detalhes nestas tonalidades dão um charme a mais. Já os pajens podem usar um modelo igual ao do noivo.

15 dicas para não errar na organização da festa de casamento

Quando os noivos pensam na festa de casamento logo vem à mente a tão complicada lista de convidados. São muitos conhecidos, amigos, vizinhos, parentes, colegas de trabalho e até contatos da internet. Mas como equilibrar o número de convidados e o orçamento da festa? É preciso convidar a namorada do primo que você nem conhece? E as pessoas da empresa? É indelicado não chamar a tia distante?


1. Por onde começar a lista de convidados?
A lista de convidados é o primeiro passo para o planejamento de um casamento bem sucedido, já que a quantidade de pessoas interfere diretamente em diversos itens, como o local da recepção e a quantidade de bebida. Comece a lista pelas pessoas mais próximas, aquelas que efetivamente participam da vida do casal. Depois, considere parentes mais distantes, amigos dos pais e do trabalho. Uma dica para organizar a lista de convidados é começar pelos bisavós, em seguida pelos avós, tios, primos, padrinhos e amigos. Outra sugestão é fazê-la em ordem alfabética. Assim, evita-se repetir nomes e fica mais fácil conferir se faltou alguém.


2. Como equilibrar orçamento e o tamanho da lista?
Não tem jeito: a lista deve ser elaborada levando em conta o orçamento. Por isso é tão importante que ela seja definida logo no início do planejamento – e, na dúvida, o melhor é partir de uma quantidade modesta de convidados. Se mais tarde o casal perceber que existe sobra no orçamento, aí sim a lista pode ser ampliada.


3. Quais são os erros mais comuns na elaboração da lista? Como evitá-los?
Um erro comum é os noivos fazerem listas separadamente. Ela ficará mais extensa e possivelmente fora do orçamento. Outro equívoco é convidar pessoas apenas por protocolo, ultrapassando o limite pré-estabelecido de convidados. Nunca convide alguém por obrigação.


4. Com quanto tempo de antecedência a lista deve ser elaborada?
A lista deve ser feita no começo do planejamento. Dela dependem escolhas cruciais, como o número de convidados para o buffet e a escolha do espaço da festa. Mesmo para um casamento só na igreja é necessário saber a quantidade de pessoas, para encontrar um local que possa acomodá-los. Tanto uma igreja muito lotada, com convidados do lado de fora, como uma igreja muito grande e vazia, desagradam.


5. Os pais podem interferir na escolha dos convidados?
Não. A festa é do casal. Mas é um gesto educado e delicado permitir que os pais possam convidar algumas pessoas de seu círculo de amizades. O mais importante é conversar e deixar claro os custos envolvidos e as limitações.


6. Quais critérios utilizar para cortar nomes da lista?
Quando precisarem “cortar” nomes, avaliem quem são os convidados obrigatórios e, especialmente, a proximidade destas pessoas com os noivos.


7. Qual a porcentagem média de convidados faltosos? Posso considerar isso na hora de elaborar a lista?
Depender da possibilidade de falta para convidar pode ser perigoso. Mas, em geral, existe uma variação de 10% a 20% de faltosos.


8. O que fazer se a família do noivo está bancando a festa e acha que pode convidar mais pessoas?
Para evitar esta armadilha, converse e deixe claro desde o início, quando qualquer uma das famílias se oferece para ajudar com as despesas. A festa é do casal e eles precisam estar à vontade quanto às pessoas que vão participar da celebração. Mas é educado permitir que os pais convidem um determinado número de pessoas de seu convívio.


9. Como convencer os pais de que não é possível convidar aquele antigo amigo, que mal conhece os noivos, já que o orçamento está apertado?
Se o casal considerou uma pequena cota na lista para os pais, dificilmente isso acontecerá. Mas se isso não foi possível, converse com os pais sobre as dificuldades com o orçamento e explique que os custos de muitos fornecedores estão relacionados à quantidade de convidados.


10. É preciso convidar o namorado de uma amiga que gosto muito ou posso chamar somente ela?
Pode-se convidar somente a amiga, mas dificilmente alguém vai a um casamento sozinha, principalmente se a convidada não conhece mais pessoas além dos noivos. Se o número de convidados já está no limite, os noivos têm o direito de não chamar e explicar o porquê, mas correm o risco da amiga ficar chateada e não comparecer ao evento.


11. Fica indelicado convidar apenas o amigo e deixar de fora a família dele, já que não temos muito contato?
Não. O convite deve ser feito às pessoas mais próximas e que participam da vida do casal. Neste caso, coloque no convite apenas o nome do amigo.


12. Como responder a pedidos indiscretos, como o de um primo que quer levar a garota com quem ele está ficando?
Diga a ele que realmente ficariam muito felizes com a presença dela, mas o orçamento está bem complicado e por isso vocês precisaram manter a quantidade de convidados prevista no início.


13. Como convidar colegas de trabalho? Chamo somente os mais próximos ou preciso convidar a todos?
Se não for chamar ninguém do trabalho, evite comentar sobre o casamento. Caso queira convidá-los, priorize aqueles com quem os noivos têm uma relação fora do ambiente de trabalho ou os mais chegados, entregando a eles um convite individual. Nunca coloque o convite de casamento no mural, pois dá a entender que você está convidando a todos da empresa.


14. O RSVP é aconselhável?
O serviço de confirmação de presença (RSVP é sigla para Répondez S'il Vous Plaît, expressão francesa que significa algo como “responda por favor”) é interessante para o casal ter noção, ainda que de modo aproximado, da quantidade de convidados. Assim, evita-se o desperdício ou a falta de algum item. Nos últimos 10 dias antes do evento, imprevistos podem alterar um pouco o quadro. Mas o número de confirmações fica bem próximo ao real.


15. É indelicado pedir para confirmar presença e, a partir daí, convidar outras pessoas que estavam de fora?
Sim. O RSVP é uma ferramenta útil, mas como o retorno é obtido apenas 15 dias antes do evento, fica muito em cima da hora para convidar outras pessoas.

22 dicas para não errar na hora do convite

Apresentamos abaixo 22 dicas para você não errar na escolha do seu convite. Sempre lembrando a máxima na organização de casamento: o menos sempre é mais!

1. As cores do convite precisam combinar com a decoração do casamento?
Não. Uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa. Você não vai fazer um convite verde e vermelho. são cores muito fortes para um papel branco. Pode, sim, ter uma linha de raciocínio, mas não precisa combinar.

2. Qual é o tamanho ideal do convite?
Depende da noiva. O mais usado é o retângulo de 15 x 21 cm.

3. A noiva pode fazer o próprio convite?
Depende. Se a pessoa tem habilidades manuais, pode imprimir o seu toque pessoal neste item.

4. Convites perfumados são elegantes?
Nem pensar, são antiquados. O perfume pode sofrer alterações até chegar aos convidados ou não agradá-los.

5. Pode-se fazer convites especiais para pais e padrinhos?
Sim. É um gesto de carinho. Mas o convite precisa ser entregue pessoalmente, a não ser que os pais e padrinhos morem fora. Nós temos a opção dos Happy Moments .

6. O texto precisa ser formal, com números em extenso e tudo mais?
O convite tradicional ainda é o mais elegante. Mas os noivos podem, sim, optar por um texto menos formal – desde que não fique informal demais para a ocasião, com uso de gírias ou abreviações de internet.

7. Tem que começar com os nomes dos pais dos noivos?
Segundo Ligia, os nomes dos pais abrem o convite quando são eles que estão arcando com as despesas do casamento, e apenas em caso de primeira união. “Quando os noivos são financeiramente independentes, o convite deve ser em nome deles. Em caso de segunda boda, fica interessante e simpático os filhos convidarem”, sugere.

8. Pode ter algum tipo de desenho?
Não há problemas. Pode nâo agradar a todos, principalmente os mais tradicionais e conservadores. O convite deve expressar o espírito dos noivos.

9. Pode ter citações de filmes ou de músicas?
Sim. O raciocínio é o mesmo do desenho. O convite deve agradar, primeiramente, aos noivos.

10. É feio anexar cartãozinho de lista de presentes?
É bastante deselegante. Presente deve ser opção dos convidados, não imposição dos noivos. Se quiserem fazer lista de presentes, não tem problema, mas esperem que os convidados perguntem antes de informar.

11. E cartãozinho de entrada para a festa, pode?
Não é deselegante, segundo Fábio. O ideal seria os convidados respeitarem o código do convite, mas infelizmente nem sempre é assim, então não tem problema reforçar. Mas todos os convidados para a cerimônia devem ser convidados para a festa. Imagine a situação desagradável de um convidado comentar com o outro (que não foi convidado para a festa) comentar com outra pessoa? Ah, e se for distribuir durante a cerimônia religiosa, entregue a TODOS. Pelo amor de DEUS não faça a seleção naquele momento. É muito constrangedor.

12. Pode pedir no convite que os adultos não levem crianças?
Não. Os pais é que devem conhecer seus filhos e decidir sabendo se são crianças comportadas ou malcriadas.

13. Pode pedir RSVP no convite?
RSVP  signifca "Répondez S'il Vous Plaît" - Responda, por favor. Sim, embora não seja o mais tradicional, colocar um prazo para a confirmação da presença pode ser prático, já que a maioria das pessoas não tem o costume de confirmar assim que recebem o convite. O prazo ideal é um pouco antes da data que o buffet pede para confirmar o número final de convidados.

14. Devo contratar um calígrafo?
É melhor. Mas os noivos podem, no caso de um casamento informal, imprimir os nomes no envelope em letra bem bonita. Só não vale etiquetar, fica muito feio.

15. Quais são os pronomes de tratamento usados?
Para casais casados, use “Senhor” e “Senhora”. Para os demais, dispense o pronome.

16. Ao convidar pessoas solteiras, deve-se incluir um acompanhante? Como comunicar isso?
Se você não conhece os pais da pessoa, envie apenas um convite, com dois convites individuais para a festa. Assim está indicando para a pessoa convidada que ela pode levar um acompanhante.

17. Pode entregar apenas um convite para casais de namorados ou precisa de um para cada?
A regra é um convite por endereço. Mas, se for facilitar, não há problema em fazer um convite só para casais que não moram juntos.

18. Pode usar o apelido do convidado no envelope?
Pode e deve. A proximidade permite liberdades como essa, e é um gesto carinhoso.

19. Com quanto tempo de antecedência os convites devem ser entregues?
O ideal, segundo os especialistas, é fazer a entrega dois meses antes do evento. Para os convidados que moram em outras cidades e precisam de mais tempo para organizar uma viagem, entregue com três meses de antecedência.

20. Tudo bem enviar por correio?
O ideal é que o convite seja entregue em mãos a cada convidado. No entanto, com a vida cada vez mais corrida, muitos noivos não conseguem fazer a entrega pessoalmente. Para aqueles que moram fora, pode enviar o convite por correio. Já para os convidados que moram na mesma cidade, é mais gentil usar serviços de entrega. Em qualquer caso, é fundamental telefonar, para não ficar impessoal.

21. E por e-mail, pode?
Em hipótese alguma.

22. Preço?
Se estiver em Belo Horizonte, pode encomendar o seu convite nas diversas gráficas no Mercado Novo (Avenida Olegário Maciel, 742 - Centro - Belo Horizonte - MG, 30180-110, 31 3271-2541). É lá que as empresas de convite rodam as suas encomendas. Evite o atravessador e vá direto à fonte. Lá tem mais de 15 lojas especializadas em convites. Com vários modelos.

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Casar no Civil? No Religioso? Quais os documentos necessários?

Muitas Igrejas só realizam o casamento dos noivos se os mesmos já estiverem casados civilmente. A não ser que a cerimônia religiosa tenha efeito civil, após autorizado pelo Juiz da Comarca em que irá acontecer o casamento.

Eu conheço alguns pastores que obrigam a leitura da certidão de casamento civil antes da realização da cerimônia religiosa!

Para se casar no Civil, é necessário que sejam providenciados alguns documentos. O Cartório deve ser o mais próximo da residência de um dos noivos, pois eles vão pedir algum comprovante de residência. Fique atento também ao prazo mínimo solicitado. 
Quais os documentos necessários para dar entrada no casamento?·  Certidão de nascimento dos pretendentes (*);
·  Cédula de identidade ou documento equivalente;
·  Declaração do estado civil (*), do domicílio e da residência atual dos pretendentes e de seus pais, se forem conhecidos;
·  Autorização das pessoas sob cuja dependência legal estiverem, ou ato judicial que a supra;
·  Declaração de duas testemunhas (**) maiores, parentes ou não, que atestem conhecê-los e afirmem não existir impedimento que os inibam de casar;
·  Certidão de óbito do cônjuge falecido, da anulação do casamento anterior ou do registro da sentença de divórcio, se for o caso;

(*) Para que as comunicações posteriores ao registro de casamento possam ser feitas corretamente, recomenda-se que os pretendentes apresentem suas certidões de nascimento (e a de casamento se forem divorciados ou viúvos), de preferência atualizada, para que seja juntada ao processo de casamento;
(**) As testemunhas supra referidas, podem ser parentas dos pretendentes, e respondem civil e criminalmente pela declaração de que eles não têm impedimentos para contrair núpcias.

A contraente pode manter o nome de solteira?
Sim, a contraente pode conservar o seu nome de solteira, ou adotar os patronímicos do futuro marido. Optando ela em adotar os patronímicos do futuro marido, deve ser alertada de que no final do nome adotado deverá constar, sempre, o último apelido de família do futuro marido. Até o dia da celebração do casamento, ela poderá alterar o nome a ser adotado após o casamento, porém antes da realização do matrimônio.

Original, a lei civil vigente criou uma situação inédita no direito familiar brasileiro: determina o § 1º do art. 1.565 que "qualquer dos nubentes, querendo, poderá acrescer ao seu o sobrenome do outro." Disso vale dizer que hoje, também o homem pode optar por acrescentar ao seu nome o sobrenome de família de sua mulher, revolucionando a tradição desde a instituição do direito civil no país.
Qual o regime de bens que devo adotar ?
Os regimes de bens vigentes em nossa legislação são os seguintes:

Comunhão Parcial
É aquele em que fica pertencendo a cada um dos cônjuges os bens que possuam por ocasião do casamento, e apenas se comunicam aqueles bens adquiridos na constância do casamento, com rendimento do trabalho de ambos; uma vez que os bens adquiridos por doação como adiantamento de legítima ou por herança, ainda que na constância do casamento, só pertencerão ao cônjuge beneficiário da doação ou herança, se não for contemplado o cônjuge afim;

Comunhão Universal
Este regime importa a comunicação de todos os bens presentes e futuros dos cônjuges e suas dívidas passivas, ou seja, o marido terá parte no patrimônio da mulher, seja ele adquirido quando ela solteira ou por herança ou doação após o casamento, e vice-versa. Faz-se necessário antes da realização do matrimônio, a lavratura de escritura pública de pacto antenupcial estipulando esse regime;

Participação final nos aqüestos
É aquele em que cada cônjuge possui patrimônio próprio, e lhe cabe, à época da dissolução da sociedade conjugal, direito à metade dos bens adquiridos pelo casal, a título oneroso, na constância do casamento;

Separação Total
É aquele em que a cada um dos cônjuges ficarão pertencendo os bens que possuía e que vier a possuir após o casamento, adquiridos a que título for, não se comunicando o patrimônio de um e de outro, que têm independência nos frutos e rendimentos que deles advir, à exceção da disponibilidade, em que dependem da anuência mútua. Faz-se necessário antes da realização do matrimônio, a lavratura de escritura pública de pacto antenupcial;

Quanto tempo leva o preparo do casamento ?
Recomenda-se aos pretendentes que procurem o cartório, no mínimo trinta dias antes da realização do casamento. Após colher os dados e examinar os documentos, o Oficial prepara os documentos que serão assinados pelos pretendentes, publica o edital de proclamas e encaminha o processo para análise do órgão do Ministério Público, para manifestar-se sobre o requerido. Se o MP impugnar o pedido ou a documentação, os autos serão encaminhados ao juiz, que decidirá sem recurso. Não havendo nenhum impedimento, passados 15 dias da data da publicação do edital, os contraentes estarão habilitados a se casar.


Onde poderá ser realizado o casamento civil ?

Casamento em cartório
Este é celebrado nas dependências do cartório com as presenças do Oficial do Registro Civil, do juiz de casamentos e de, no mínimo, duas testemunhas.

Casamento em diligência
Este é celebrado em local diverso das dependências do cartório, po-dendo ser na residência de um dos contraentes ou outro local público que os pretendentes desejarem, porém sempre dentro dos limites territoriais do registro civil, com as presenças do Oficial do Registro Civil, do juiz de casamentos e de, no mínimo, duas testemunhas.

O padre ou pastor pode realizar o casamento civil ?
A realização do casamento civil é, segundo a lei, ato de exclusiva competência do juiz de paz ou de casamentos, que é assessorado pelo oficial do Registro Civil, como escrivão de paz. Há, porém uma concessão legal, de dar efeito civil ao casamento religioso, desde que tenha havido habilitação prévia dos pretendentes na forma da lei. Disso resulta que o padre ou o pastor, na verdade, não realizam o casamento civil; eles ministram a cerimônia religiosa, que ao depois é levada à serventia habilitante mediante certidão circunstanciada para o devido registro, dentro de até 30 dias após a cerimônia religiosa. Não há nesse caso, a intervenção do Estado mediante o juiz de paz para ouvir o "sim" dos pretendentes e declara-los casados. A afirmativa é a dada ao ministro religioso, que sob a fé de seu cargo certifica a veracidade da intenção dos contraentes, que passa a ter efeitos civis após o registro do casamento religioso.

Já convivo com meu(inha) noivo(a)... muda alguma coisa ?
Nada impede que os pretendentes optem pelo processamento normal da habilitação e a seqüente cerimônia civil do matrimônio. Não o querendo, porém, a Conversão de União Estável em Casamento é uma opção, e poderá ser requerida pelos conviventes ao oficial do Registro Civil das Pessoas Naturais de seu domicílio. Superados os impedimentos legais, será lavrado o registro, sem a existência de qualquer solenidade. Não será mencionada a data de início da união.

Se um casal regularmente habilitado não tiver seu casamento realizado por perda do prazo máximo de três meses permitido pela lei, perde também o pacto antenupcial que tenha determinado o regime de bens a vigorar na constância do casamento?
Ainda que perdida a habilitação pelo decurso do prazo máximo estipulado pela lei, o pacto antenupcial ajustado não perde sua eficácia; podendo ser utilizado na nova habilitação que tenha que ser procedida. Lembrando que o regime de bens só vigora a partir de quando ocorrer o casamento e enquanto ele perdurar e só tem validade para com terceiros após registrado no Registro de Imóveis que jurisdiciona a residência do casal.

Quando ocorrerá a suspensão da cerimônia civil do casamento?
Devido à solenidade de que se reveste, a cerimônia nupcial corre ininterruptamente, do início à assinatura do termo. A celebração do casamento, mais comumente, será imediatamente suspensa se algum dos contraentes:
·  recusar a solene afirmação da sua vontade;·  declarar que esta não é livre e espontânea; ·  manifestar-se arrependido.

Ou se os pais ou tutores retratarem o seu consentimento, para o caso de contraentes menores de 18 anos de idade. 

fonte: Certifixe

quinta-feira, 8 de julho de 2010

Enfrentando crises e dificuldades no casamento

O fundamento do casamento

A mentalidade utilitarista tem tomado conta da sociedade moderna, onde cada um busca o que é seu. É a mentalidade egoísta da auto-satisfação e do proveito próprio (cada um quer levar vantagem em tudo). É aquele patrão que suga do empregado e depois o dispensa quando este já não lhe interessa mais. A mesma mentalidade descartável se observa no casamento, quando as pessoas parecem mais perguntar: “que vantagem que eu levo?”

Do que “o que é que eu estou trazendo para o casamento?”. Os votos e os compromissos do casamento, tais como: “na felicidade ou na desventura, em riqueza ou na pobreza, com saúde ou enfermo(a)... até que a morte nos separe”, são quebrados com a maior facilidade. Assim, quase tudo se torna desculpa para a separação e o divórcio. Infantilidade e leviandade são uma constante em nossa sociedade. Os casais não se esforçam mais como antigamente para enfrentar e superar os obstáculos que surgem ao casamento. Não unem mais suas forças para remover o obstáculo ou superá-lo com criatividade e disposição. Mas, afinal, o que é o casamento? Seria meramente um contrato social entre duas pessoas? O que deve sustentar um casamento? A falta de amor seria desculpa legítima para se dissolver um casamento? Dietrich Bonhoeffer escreveu um sermão para o casamento de uma sobrinha sua. Disse ele: “O casamento é maior do que o amor que vocês têm um pelo outro.

Ele tem em si grande dignidade e força por ser a ordenança santa através da qual Deus planejou a perpetuação da raça humana, até o fim dos tempos. No amor que os une, vocês vêem apenas a si mesmos no mundo, mas ao se casarem tornam-se um elo na cadeia das gerações que Deus faz aparecer e partir para sua glória, chamando-as para o seu reino. Em seu amor, vocês vêem apenas o sétimo céu da sua felicidade, mas no casamento recebem uma posição de responsabilidade perante o mundo e a raça humana. Seu amor é propriedade particular, mas o casamento não pertence a vocês; é um símbolo social, uma função de responsabilidade.”

Nossa sociedade tem perdido o senso da importância da aliança. Cada dia que passa, as pessoas estão levando menos a sério os votos e os compromissos de fidelidade. O número de divórcios tem aumentado em ritmo muito acelerado e preocupante. Parece que as pessoas em geral não estão nem aí para o fato de Deus odiar o repúdio (Malaquias 2.10-16). Pensam que o divórcio é a solução para os problemas de relacionamento. Perderam o temor do Senhor que é base de sustentação dos relacionamentos humanos como ensinou o Apóstolo Paulo (Ef 5.21, 22 e 25; Cl 3.18). Paulo ressalta as expressões “no temor do Senhor”, “como ao Senhor” e “como convém no Senhor”, mostrando que, respeitando a Deus e buscando agradá-lo, encontraremos uma maneira de nos entendermos bem com a outra pessoa. Temos aí um bom fundamento para a solução das diferenças, crises e problemas do casamento. Então, o casal, no temor do Senhor, deve levar a sério sua aliança e compromisso; ambos devem procurar nutrir o amor e o afeto. Cada um deve se esforçar por preservar a unidade, a harmonia, promovendo, assim, a felicidade do lar. É possível quando se tem vontade, quando se tem fé e quando se busca amar.

Enfrentando crises e dificuldades no casamento
Algumas áreas de atrito: 1) Comportamento: Temperamento - reagimos de modo diferente, etc. 2) Psicológicos: traumas e feridas na alma (necessário ser sensível ao cônjuge, conhecer seus dilemas interiores, seus traumas familiares: maneira como foi criada, etc.); 3) Criação: hábitos fortíssimos e arraigados (toalhas e roupas jogadas; limpeza e higiene; etc.) 4) gostos diferentes 5) supervalorização do irrisório, se faz uma tempestade num copo d’água (ronco, por exemplo) 6) Decisões e escolhas; decisões pessoais e profissionais (o marido, por exemplo, que vive trocando de emprego e comunica depois a esposa; mudança, compras, etc - o ideal seria uma profunda participação nas decisões mútuas) 7) Finanças 8) Intromissões de familiares e amigos; como deve ser o relacionamento com os sogros? Quem deve estabelecer os limites? Como evitar problemas nesta área? Como solucionar os já existentes? 9) Sexo e afeto 10) Quando o cônjuge é negligente para com as suas responsabilidades; 11) Vícios; 12) Falta de Comunicação; palavras duras e cruéis; carência de palavras amigas e cheias de afeto; falta de elogios em particular e em público; 13) Ciúmes; 14) infidelidade, mentiras.

O que fazer quando brigamos? Somos humildes para reconhecer os nossos erros ou sempre nos justificamos? Sabemos pedir perdão? Somos maduros o suficiente para perdoar e buscar a reconciliação? Tomamos a iniciativa para a reaproximação ou ficamos esperando que o outro o faça? Estamos dispostos a renunciar aquilo que estorva nosso relacionamento conjugal e familiar, abandonando uma atitude egoísta e buscando o bem comum a todos? O que cada cônjuge pode fazer para melhorar o seu casamento?

O que fazer quando o amor esfria ou acaba? A falta de amor não deve ser usada como desculpa para a separação. Vimos acima que o amor não é a base para o casamento, mas que é o compromisso do casamento levado a sério que deve servir de base para a edificação e resistência do amor. O amor não é opção é mandamento. É dever de um cônjuge amar o outro. Amor é verbo, é ação. O amor não é algo externo a nós, como um raio que cai sobre nós, a respeito do qual não podemos fazer nada. Somos responsáveis pelo amor. Não podemos dizer: “não amo mais, acabou. O que me resta fazer agora senão desistir? Ou, o que posso fazer já que não amo mais?”. Pois, na verdade, você pode fazer muito. Você pode amar! Você pode investir no amor, plantar, regar, cultivar, fazer crescer. O amor é arma poderosa que pode transformar toda e qualquer situação. Plante o amor e colherá o fruto da felicidade. Devemos amar assim como Deus nos amou, de maneira incondicional. Mas, muitos dizem: “Eu amarei se ele(a) fizer isso e aquilo.” O imediatismo e o utilitarismo presentes em nossa sociedade faz com que a maioria não esteja disposta a suportar as frustrações geradas pelas relações humanas, o que gera ruptura prematura das relações de amor e amizade, não concedendo a elas o tempo necessário e a chance de sobreviver e de se solidificar. Maturidade é saber se impor frustração em curto prazo para colher satisfação a médio e longo prazo. Você está disposto a investir amor no seu casamento?

Igreja Metodista Livre do Brasil
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terça-feira, 6 de julho de 2010

Família: O projeto principal de Deus

O artigo é um pouco extenso, mas pela sua qualidade e profundidade, acredito que vai ser útil para aqueles que creem no Senhor Jesus.
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(Gn 2:7-8)Formou o SENHOR Deus o homem do pó da terra, e soprou em suas narinas o fôlego da vida; e o homem foi feito alma vivente. E plantou o SENHOR Deus um jardim no Éden, do lado oriental; e pôs ali o homem que tinha formado”.

(Gn. 2:21-24) "Então o SENHOR Deus fez cair um sono pesado sobre Adão, e este adormeceu; e tomou uma das suas costelas, e cerrou a carne em seu lugar E da costela que o SENHOR Deus tomou do homem, formou uma mulher, e trouxe-a a Adão. E disse Adão: Esta é agora osso dos meus ossos, e carne da minha carne; esta será chamada mulher, porquanto do homem foi tomada. Portanto deixará o homem o seu pai e a sua mãe, e apegar-se-á à sua mulher, e serão ambos uma carne”.

INTRODUÇÃO

Embora encontremos teólogos por aí dizendo que Adão e Eva nunca existiram e que o jardim do Éden é simplesmente uma lenda. O fato é que, de todas as coisas que Deus criou, a obra prima de sua criação foi o homem, feito do pó da terra e a mulher, posteriormente de uma de suas costelas.

Na verdade, até mesmo a Trindade estava presente na criação de todas as coisas, inclusive a do homem. O Pai, o Filho e o Espírito Santo deram a sua contribuição para que a sua obra fosse de fato, a imagem e semelhança de Deus. Ao projetar o primeiro homem do pó da terra e soprando-lhe o em suas narinas o fôlego de vida trazendo-o a existência, Deus em nenhum momento quis transformá-lo em um robô. Este homem chega ao mundo totalmente livre, para receber informações, adequá-las ao seu projeto de vida e conseqüentemente efetivar-se ao nível de deveres e direitos que passaria a ter, visto que a lei de Deus já estava gravada em seu coração.

Deus então prepara um lugar paradisíaco, um Jardim no Éden, para que Adão cuidasse dele. Este lugar não era um lugar imaginário e nem alegórico. Tratava-se de um tipo de reserva, um lugar separado, uma área semelhante a um parque florestal localizado a leste do atual estado de Israel em algum lugar da Mesopotâmia ou Arábia. Nesta verdejante reserva natural se encontravam as duas árvores que são fundamentais para tudo que se segue em toda a história da humanidade. Estas árvores eram meios físicos, utilizados por Deus para implementar realidades espirituais.

A árvore da vida - era uma árvore associada à concessão da Vida Divina incluindo a imortalidade, ou Vida Eterna. Já, a árvore da ciência do bem e do mal - representava a autonomia humana, governo próprio, o ir e vir ilimitado e irrestrito.5

No Vers. 18 do cap. dois de Gênesis observamos que Deus enxerga o objeto de sua criação, notadamente solitário e sente-se na obrigação de dar a este, um presente, ou seja: uma companheira idônea, que lhe fosse amiga, alguém com que ele pudesse conversar, repartir todos os desafios que a vida oferece neste mundo. Alguém a quem ele teria a responsabilidade de cuidar, de amar e respeitar todos os dias. Enfim, alguém com quem pudesse compartilhar os seus sonhos, e que fosse fiel numa parceria de intimidade, de romance, de vida a dois, de uma só carne. De fato, tendo uma vida de comum acordo com esta mulher que Deus o estava presenteando, a família propriamente dita tomaria forma.

Você conhece a história Bíblica. De um sono profundo, cirurgicamente da costela de Adão, Deus forma uma linda mulher, que passaria ser sua esposa, osso de seus ossos, carne de sua carne. Agora, não mais um, porém dois passariam a ter comunhão com o Criador, que todos os dias os visitava no jardim, verificando se tudo estava correndo bem com o casal, o melhor de sua criação. Para onde quer que olhassem, a beleza do jardim os deixavam plenamente satisfeitos e integrados à sua nova realidade, ou seja, viveriam para Deus o Criador e se doariam um para o outro, sem constrangimento, sem culpa, com inteira e total liberdade.

Dia após dia nada desabonava a conduta do casal. Apenas tinham que lembrar de uma ordem que Deus dera tão logo que chegaram à existência, ou seja: A condição para permanecerem neste lindo lugar estava literalmente ligado à obediência total a Deus, pois a mesma consistia no seguinte: “De toda árvore do jardim podiam comer livremente, mas da árvore da ciência do bem e do mal, dela não poderiam comer, porque no dia que dela comessem, certamente morreriam”.

O final desta história, provavelmente já é do seu conhecimento. A serpente traiçoeira e sagaz seduz a Eva oferecendo-lhe a chance de conhecer o lado diferente da vida, ou seja, o lado do pecado. Comendo do fruto os seus olhos se abririam para o inesperado, para o desconhecido que lhes fora negado por Deus no intuito de preservá-los. Porém a apresentação deste outro lado, na verdade significaria desobedecer à ordem simples que Deus dera ao casal. Em um gesto consciente e decisivo, Eva pega do fruto e seus olhos e sentidos se afloram.

Estava evidenciando o até então desconhecido e nesta aventura não queria ficar sozinha, uma vez que tinha um parceiro. Então oferece, sem demora o produto de seu devaneio a seu marido que aceita sem protelações ou questionamentos recebendo então em seus corpos, em suas mentes, em e espíritos a maldição do pecado. Do fruto comido e ao acender da consciência em culpa, obriga-os a se esconderem de Deus. Agora de vez de se refugiarem nos braços do Eterno como de costume, sempre que vinha ao jardim visitá-los, eles fogem de sua presença. A Santidade de Deus, o Criador os constrangem.

Não podem e não querem encará-lo, por causa da culpa, do medo. Preferem cobrir-se com folhas de figueira e esperam ansiosamente pelo veredicto da parte do Senhor. Veredicto um tanto idêntico quando ao que Jesus Cristo, séculos depois reage quando não vê frutos na figueira, Ele simplesmente a amaldiçoa para que nunca mais lhes nasça fruto.

Agora teriam que abandonar imediatamente o paraíso. Aquele lugar lindo e maravilhoso não podia ser mais o seu lar. Eles são agora expulsos literalmente. Querubins são Anjos colocados na entrada para que uma vez expulsos fossem energicamente impedidos de retornar. Uma espada flamejante se movia em todas direções na entrada do jardim, reforçando assim a autoridade daqueles Querubins do Senhor. Seus dias seriam limitados. Não mais viveriam eternamente. A árvore da Vida seria sua esperança dia após dia cumprindo cerimoniais de expiação, para poder pela lei e confiados tão somente na Graça e misericórdia de Deus serem alcançados pela fé. O marido teria que ir à luta para suprir as necessidades de sua casa e a mulher com dores geraria os seus filhos. E a serpente amaldiçoada a espera do Redentor que Vive e Reina para lhe pisar na cabeça.

Graças ao bom Deus, pois o seu amor é tremendo e através dos tempos e especialmente através da nação de Israel providencia o nosso livramento. Gerações se sucedem até a chegada de Jesus Cristo, o Unigênito de Deus ao mundo em forma humana, nascido de mulher, habita entre os homens, tem uma vida normal em obediência e nesta obediência se entrega, se oferece à morte de cruz, para tomar o lugar de Adão. A Bíblia em Romanos 5:18-21 nos diz: Pois assim como por uma só ofensa veio o juízo sobre todos os homens para condenação, assim também por um só ato de justiça veio à graça sobre todos os homens para justificação de vida. Porque, como pela desobediência de um só homem (Adão), muitos foram feitos pecadores, assim pela obediência de um (Jesus Cristo) muitos serão feitos justos. Veio, porém, a lei para que a ofensa abundasse; mas, onde o pecado abundou, superabundou a graça; Para que assim como o pecado reinou na morte, também a graça reinasse pela justiça para a vida eterna, por Jesus Cristo nosso Senhor”.

Preste atenção amados. Em Jesus Cristo cada componente da família de Deus tem, pela fé, acesso a Árvore da Vida. Cada família pode e deve em Jesus Cristo ter acesso ao Jardim do Éden. A Árvore da vida está plantada neste jardim. A maldição do pecado, uma vez em Jesus Cristo não pode arrancá-la, não pode destruí-la. Mesmo que Satanás repita a velha cena todos os dias, oferecendo e seduzindo o povo de Deus, você pode e deve buscar a ajuda do Espírito Santo para não se deixar contaminar. Não vale a pena se deixar seduzir pelo enganador que está à espreita tentando tragar um maior número de pessoas. É hora amados de reconhecer Jesus Cristo, como o único e suficiente Libertador, Salvador e Senhor de nossas vidas. Só através Dele temos acesso a árvore da vida.

Bom, o que será que o Senhor quer ensinar-nos nesta oportunidade, através de fatos ocorridos há tanto tempo atrás?

Veja amados, alguns princípios, que se praticados à luz da Palavra de Deus, com certeza nos ajudará a entender o plano, o projeto que Deus tem para as nossas famílias.

Primeiro Princípio - É o da criação que se renova a cada dia... A cada dia no mundo novas famílias nascem. Em toda parte do planeta chamada terra homens e mulheres se encontram, para juntos formarem suas famílias.

O ponto de vista de Deus ainda permanece, no sentido de que: “O homem não foi feito para viver só. Ele precisa de alguém que o complete”.É desejo de Deus ainda, que o habitat deste casal, seja de fato um lugar separado, uma reserva especial e natural. Cada família tem necessidade de viver em seu jardim do Éden.

Amados, quando um homem encontra o seu cônjuge e pelos laços do matrimônio oficializa esta união, é seguramente da vontade de Deus, que o amor que um nutre pelo outro perdure até que a morte os separe. Infelizmente esta não é uma realidade que vivenciamos principalmente em nossos dias. Os noivos já entram na Igreja na predisposição que se não der certo a opção é o divórcio.

A Cada compromisso que novos casais celebram no altar:

*Deus na verdade espera que estes se mantenham íntegros e que de maneira nenhuma chegue perto da árvore da ciência do bem e do mal.
*Deus espera que este relacionamento seja pleno, seja santo, seja sólido seja duradouro.
*Deus espera que estes casais não repitam a cena de Adão e Eva se deixando seduzir pelas artimanhas do diabo.5
*Deus espera que estes casais não passem o vexame de viverem uma vida inteira se escondendo, se esquivando de receber a sua preciosa visita em seu Jardim do Éden porque pecaram em alguma área contra Deus.
*Deus espera que as suas consciências estejam dia após dia preservadas, evitando assim de serem expulsos do jardim e obviamente impedidos de comer da árvore da vida.
O que quero dizer nesta oportunidade é que o seu lar aos olhos de Deus deve ser um lindo e maravilhoso jardim, onde deve reinar a paz, a alegria, a união, o amor, o perdão. Este jardim deve ser cultivado de tal forma que a cada dia haja uma renovação de expectativas, de sonhos e de conquistas.

Deve ser um lugar onde Deus tenha prazer de chegar, de ter comunhão com seus componentes.

Segundo Princípio - Deve-se ter a liberdade com compromisso de fidelidade a Deus A mesma liberdade dada por Deus ao primeiro casal, é concedida de igual forma a todas as famílias espalhadas na face da terra. Não faz parte do caráter de Deus, o ser arbitrário ou ditador, muito menos controlador de sua criação. A todos de igual forma são dados deveres e direitos. Deus nunca impôs e nunca imporá condições, forçando, colocando pressão ou em sua criação para ama-lo. O amor a Deus deve ser incondicional, espontânea, livre Deus não é tirano. Deus espera que cada pessoa da família viva em completa liberdade, porém Ele quer que você tome ciência de que a sua estabilidade esta atrelada a Deus. A sobrevivência da família passa por admitir tão somente a livre e espontânea vontade, a presença de Deus. Fora de Deus não pode haver felicidade e paz no seio familiar. Fora de Deus a árvore da ciência do bem e do mal sempre será uma opção que trará desmantelamento dos relacionamentos. Na experiência de Adão e Eva vemos isto claramente acontecer.

Antes da desobediência:

*Tudo era harmonia
*Tudo girava em torno da presença amorosa de Deus
*Havia paz, havia a facilidade no relacionamento do casal.
*Eles viviam cada dia para Glória de Deus e um para o outro cumprindo assim o mistério de uma só carne.

Depois da queda experimentaram sentimentos jamais vividos anteriormente, tais como: Sentimentos de medo, de angustia, de insegurança, de vergonha, de dor, de culpa, de remorso, de falta de paz e de ódio.

A Bíblia diz em:

I Pedro 2:15,16 - "Porque assim é à vontade de Deus, que, fazendo bem, tapeis a boca à ignorância dos homens insensatos; Como livres, e não tendo a liberdade por cobertura da malícia, mas como servos de Deus."

II Co. 3: 17-18 - "Ora, o Senhor é Espírito; e onde está o Espírito do Senhor, aí há liberdade. Mas todos nós, com rosto descoberto, refletindo como um espelho à glória do Senhor, somos transformados de glória em glória na mesma imagem, como pelo Espírito do Senhor”.

Terceiro Princípio - Restauração do Paraíso Familiar Amados, preste atenção no que quero dizer-lhes: “A família de Hoje precisa fazer constantemente a manutenção de seu Jardim, procurando ter uma consciência pura, afastando-se diariamente da sedução do pecado, para não ser achado em falta por Deus”.

A Experiência vivida pelo primeiro casal depois de serem confrontados por Deus por causa da desobediência, necessariamente não precisa ser vivenciado por você e seu cônjuge. Procure manter constantemente o seu jardim, o seu lar, a sua família adubada. Qualquer planta que não se observar à qualidade em seu tratamento diário e constante, com certeza não durará muito tempo.

*Nunca faça a sua opção pelo engano, pela mentira, pelo pecado.
*Mantenha em dia a sua comunhão com o Senhor e com os seus.
*Ouça a voz de Deus. Ele diz: “Não toque na árvore da ciência do bem e do mal, para que não venhas a morrer”.
*Tenha prazer em curtir a sua família, seu marido, sua esposa, seus filhos. Tire tempo de qualidade com cada um deles.
*Não busque fora de seu lar, modelos de pecados. Deixe a fornicação e o adultério de lado.
*Pare com as brigas. Não vale a pena viver brigando com pessoas de sua família. A Bíblia diz, que se depender de nós devemos ter paz com todos os homens.
*Não faça nada que venha a se arrepender depois.
*Procure ajuda de Deus para restaurar os seus conceitos e valores.
*Olhe para a sua família com o olhar de Deus.
*Ame a sua família com o amor de Deus.
*Perdoe a sua família com o perdão de Deus.
*Viva para os seus, dando-lhes honra e prioridade.

Ouça bem: “Você não precisa passar pela humilhação de ser expulso da presença do Senhor. Os anjos que devem estar ao seu redor, ao redor de sua casa são para protegê-los e livrá-los de perigos e não para serem agentes de punição”.

Gl. 5:13-14 - "Porque vós, irmãos, fostes chamados à liberdade. Não useis então da liberdade para dar ocasião à carne, mas servi-vos uns aos outros pelo amor. Porque toda a lei se cumpre numa só palavra, nesta: Amarás ao teu próximo como a ti mesmo."

Amados, esta é uma noite especial que Deus o trouxe aqui para que você pudesse ser confrontado pela Palavra de Deus. Você pode ter as seguintes reações:

1.Você pode ter acabado de ouvir estas considerações e ainda preferir continuar no engano, na mentira e com isso acumular sobre si mais maldições.
2.Você pode também preferir ficar com as suas justificativas, de que o jeito que você vive, mesmo que degradando a Deus e ferindo sensivelmente a sua consciência e a sua família, é a opção melhor que você tem encontrado para viver e por isso você não abre a mão.
3.Você pode reconhecer suas falhas e pecados agora mesmo e tomar a atitude de querer mudanças para melhor em sua vida pessoal e familiar.

Não crie justificativas. Se entregue sem reservas ao Senhor. O mesmo Deus que amava e se interessava em estar com o primeiro casal naquela bela reserva chamado Éden, é o mesmo hoje que te convida a ter um relacionamento mais estável e duradouro com Ele.

Deus os abençoe em Cristo Jesus...

Nélson R. Gouvêa
Fonte: Site ejesus
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